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Sociedade

Morre mulher que inalou fumaça durante manifestação da esquerda

Edi Guimarães estava em um ônibus indo para o trabalho quando inalou fumaça de pneus queimados.

Michael Caceres

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Pneus queimados em protesto contra Reforma da Previdência. (Foto: Reprodução / TV Globo)

As manifestações de viés esquerdista contra a reforma da Previdência resultou na morte da trabalhadora Edi Guimarães, de 53 anos, que inalou fumaça à caminho de seu trabalho na manhã da última sexta-feira (14). O ônibus em que ela estava foi impedido de seguir viagem devido a uma barricada de pneus queimados.

Edi passou mal no local e chegou a ser socorrida pela Polícia Militar, tendo duas paradas cardiorrespiratórias dentro da viatura. Mãe de 8 filhos, a mulher acabou morrendo na tarde desta segunda-feira (17), após ter sido internada no CTI do Hospital Risoleta Neves.

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O tenente-coronel Bruno Assunção, que atendeu a ocorrência, disse que o ônibus onde Edi estava era o primeiro em frente à manifestação e por isso ela inalou muita fumaça. A trabalhadora vinha de Santa Luzia, Região Metropolitana, e seguia para Belo Horizonte, onde trabalhava.

Arthur Alberto Braga Guimarães, coordenador do pronto-socorro do Hospital Risoleta Neves, contou ao G1 que a paciente chegou inconsciente, em estado grave, e foram realizadas medidas de reanimação. Em seguida, Edi foi sedada, entubada e transferida para o CTI.

Os manifestantes saíram as ruas para fazer críticas ao governo Bolsonaro, defender a liberdade do ex-presidente Lula e criticar as reformas em tramitação no Congresso. Entre os manifestantes estavam entidades sindicais, como a CUT, partidos políticos, como PT, PSOL e PCdoB, e movimentos de esquerda, como o MTST.

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