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Política

Missionários comunistas defendem fim da conversão religiosa de indígenas

Membros do Conselho Indigenista Missionário participam do Sínodo da Amazônia.

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Roque Paloschi (Foto: Reprodução / Vaticano)

O arcebispo dom Roque Paloschi, de Porto Velho, Rondônia, presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), está no Vaticano para participar do Sínodo da Amazônia, acompanhado por uma delegação de 26 membros que defendem o abandono da conversão religiosa aos indígenas.

“Trabalhamos com a evangelização no sentido do diálogo, do respeito às culturas diferentes e, sobretudo, do desafio de perceber os sinais da presença de Deus no meio de cada povo”, explica o arcebispo.

Segundo a Folha de São Paulo, o grupo tem como base a “Teologia da Libertação, que tem o propósito de aplicar a visão de Karl Marx, considerado o pai do Comunismo, buscando desconstruir doutrinas fundamentais do cristianismo”.

Na visão desta vertente falsa de ensino, Cristo não é um libertador espiritual, mas um revolucionário que incentivou o uso político da Igreja.

Atualmente, o grupo é formado por 171 membros, chamados de missionários e que estão divididos em 11 regionais espalhadas pelo país, sendo que a delegação enviada para participar do Sínodo da Amazônia estão tanto o arcebispo quanto membros não religiosos e parceiros indígenas.

“Nos nossos encontros com eles, não falamos de Jesus Cristo, de Deus, da eucaristia”, afirma Aleandro Laurindo da Silva, identificado como “missionário leigo” do grupo CIMI.

“A perspectiva da evangelização implícita é a seguinte: como vamos mostrar a essas comunidades que os cristãos são bons, que Deus é bom? Por meio da nossa presença solidária ao lado delas, para que conquistem seus direitos”, explicou.

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