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Mundo Cristão

Missionário é morto a flechadas após contato com tribo isolada

O acesso à Ilha de North Sentinel é proibido pelas autoridades

em

John Allen Chau

Um missionário americano foi morto a flechadas após entrar na aldeia de uma tribo indígena que vive isolada na Índia. Segundo os pescadores que recolheram o corpo, John Allen Chau foi deixado na praia da ilha de Sentinela do Norte.

O local é proibido para visitantes. Contudo Chau, 27 anos, ignorou a advertência, explica o jornal inglês “The Sun”. Ele desejava chegar até a tribo para pregar-lhes o evangelho, conforme registrou no seu diário.

“Ele tentou chegar à ilha Sentinela em 14 de novembro, mas não conseguiu. Dois dias depois, teve ajuda de pescadores para chegar até o local”, disse uma fonte. Há registros de que o missionário teria conseguido contato com os indígenas em outras cinco ocasiões.

O corpo de John Allen foi arrastado pelos indígenas hostis por uma corda presa ao seu pescoço. Ainda com as flechas cravadas, foi abandonado em uma praia. Até o momento as autoridades não conseguiram resgatá-lo.

A Sentinela do Norte é parte do remoto arquipélago de Andamã e Nicobar.

A polícia local trata o caso como homicídio. Como os indígenas não podem ser indiciados, já que não são imputáveis segundo as leis locais, os pescadores que o ajudaram foram indiciados pela Guarda Costeira e considerados cúmplices na morte.

Chamado para os não alcançados

A Universidade Oral Roberts, instituição de ensino pentecostal, onde Chau se formou, emitiu uma nota de pesar. “Nossos ex-alunos da  foram para os confins da terra nos últimos 50 anos, trazendo esperança e cura para milhões. Não estamos surpresos que John tentou alcançar aquelas pessoas isoladas para compartilhar o amor de Deus. Nós ficamos profundamente entristecido ao saber de sua morte”, disse o presidente da ORU, William Wilson.

O britânico Neil MacLeod, ouvido pelo “Sun” disse que conheceu John algum tempo atrás. Segundo ele, o jovem dizia ter convicção que era seu “chamado” alcançar aquela tribo.

“Ele tinha uma noção muito clara de que precisava levar a palavra de Deus para as pessoas não alcançadas”, lembra MacLeod.

Chau tinha ligações a organização International Christian Concern. Em sua conta nas redes sociais, onde mostrava que costumava fazer trabalho voluntário, definia-se como “seguidor de Jesus, o Caminho”.

 

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