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Mundo Cristão

Médico que ficou à beira da morte por contrair ebola volta à África para evangelizar

Ele chegou a ser considerado personalidade do ano de 2014 pela revista Times por ter lutado contra a doença mortal

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Kent Brantly. (Foto: Reprodução / Facebook)

O médico cristão Kent Brantly atua como missionário na África, usando sua profissão para ajudar pessoas e tratar de vítimas do ebola.

Mas em 26 de julho de 2014 ele foi infectado pela doença durante um surto que até hoje assola parte daquele continente. Kent ficou entre a vida e a morte, mas não se afastou de Deus, continuou confiante em sua missão.

“Foram cinco anos de cura emocional, cura espiritual e crescimento”, disse Kent ao Southside Church of Christ em Fort Worth. “Acho que crescemos e fomos capacitados durante esses cinco anos de uma forma que não fomos antes de irmos para a Libéria”, completou.

Depois de recuperado, o médico missionário está voltando para a África, seguindo uma missão no Zâmbia acompanhado pelo seu primo, o médico Stephen Snell.

Casado com uma enfermeira e pai de duas crianças, de 8 e 10 anos, Kent se prepara para essa nova missão há um ano. “Nós gastamos tempo orando, jejuando e conversando sobre isso… E Deus realmente abriu as portas a cada passo do caminho”.

Kent faz parte do time da Samaritan’s Purse, por meio da Missão Médica Mundial, instituição cristã que está levando médicos para o Mukinge Mission Hospital, um local com 200 leitos localizado em uma área rural que faz fronteira com a República do Congo, região onde a contaminação por ebola continua grande.

De 2014 a 2016, o surto de Ebola na África Ocidental custou 11.325 vidas, segundo a Organização Mundial de Saúde. O médico não tem dúvidas que se recuperou por milagre. “Estou emocionado por estar vivo, estar bem e estar reunido com a minha família. … Deus salvou minha vida, uma resposta direta a milhares e milhares de orações”, relatou ele.

O norte-americano, depois de recuperado, se levantou como uma voz para alertar a todos sobre os perigos do ebola. Ele chegou a ser recebido pelo então presidente dos EUA Barack Obama e estampou uma capa da revista Time, como personalidade do ano de 2014 por ter lutado contra a doença mortal.

“Nos anos seguintes, depois de me recuperar, realmente tentamos usar a plataforma para pedir ajuda ao povo da África Ocidental e compartilhar a mensagem com toda a sociedade, mas particularmente com a igreja, a importância de escolher a compaixão no lugar do medo”, declarou.

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