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Internacional

Macron fica isolado no boicote ao Mercosul, acordo deve ser mantido

Países europeus não querem que a questão interfira acordo de livre comércio.

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Emmanuel Macron. (Foto: Francois Walschaerts / Reuters)

O encontro do grupo de países ricos do G7 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá) foi marcado pela introdução da Amazônia na pauta das reuniões.

A questão foi introduzida pelo presidente da França, Emmanuel Macron, que tentou usar as queimadas para ganhar influência, defendendo uma intervenção dos países.

Segundo analistas, o real objetivo de Macron era boicotar o acordo entre Mercosul e União Européia, que foi intermediado pelo governo brasileiro.

O presidente da França sofre pressão de agricultores de seu país, que não querem ter de enfrentar a concorrência dos produtos do Brasil.

Mas a ideia de boicote ao acordo foi rechaçada pelas principais potências europeias, que consideram que não teria qualquer influência na questão da floresta.

Berlim e Londres se posicionaram contra colocar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) na disputa ambiental com o governo brasileiro, o que também é defendido por Madri.

Como a questão foi imposta pelo anfitrião, que chegou a falar em pronunciamento ontem aos franceses pela televisão, os países apenas concordaram em tentar ajudar o governo Bolsonaro.

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