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Mundo Cristão

“Louvores estão mais ‘ousados'”, acredita Darlene Zschech

Pastora e cantora acredita que vivemos um novo momento na área da adoração

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Darlene Zschech
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A pastora Darlene Zschech ficou famosa mundialmente quando fazia parte do grupo de louvor da Hillsong Austrália. Compositora de sucesso, ela está lançando um livro onde fala sobre como venceu a luta contra o câncer e o que aprendeu com isso.

Ela acredita que cerca de 25 anos atrás, quando “Shout to the Lord” [Aclame o Senhor] foi lançado, houve uma mudança na maneira como as pessoas viam o ministério de louvor e adoração. Agora, Zschech vê um novo momento nessa área.

“De certa forma, demos saltos e alcançamos limites surpreendentes. Admiro o conteúdo lírico que existe atualmente”, disse a pastora ao The Christian Post. Premiada várias vezes por sua obra como cantora e compositora da Hillsong, ela atualmente lidera com seu esposo a Igreja Hope Unlimited.

“Eu simplesmente amo o jeito que os compositores [de hoje] se expressam”, destaca Zschech, ao falar sobre os jovens líderes de louvor. “[Mas] há uma parte da igreja que ficou um pouco presa na fumaça e nas luzes”, acrescentou ela, deixando claro que não aprova quando o que deveria ser um culto se torna um show.

“O Espírito Santo é muito bom em nos ensinar. Eu não acho que devamos andar por aí como uma ‘polícia de Jesus’ e julgar a expressão de todos. Só Deus pode ver o conteúdo do coração humano”, continuou Zschech, observando que ela nunca teria pensado em unir as letras da maneira que alguns artistas cristãos populares fazem agora.

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Compositora de mais de 100 canções que são usadas em cultos mundo afora, Zschech acredita que a tendência atual é que a música cristã contemporânea foque no “acústico”, o que remete ao que o rei Davi fazia quando compunha os Salmos que lemos na Bíblia.

“Eu amo como os grupos hoje estão se desfazendo desta confusão de luzes, câmera, ação e encontraram um novo caminho”, disse ela.

“Eu acho que estamos um pouco mais ousados, a adoração está fluindo diferente do que era até 10 anos atrás. Está mais livre”, comemora.

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