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Ciência & Saúde

Líderes muçulmanos proíbem jogos que ferem suas doutrinas

Além de incentivar jogos de azar, alguns games incentivavam a violência contra seguidores do islã gerando protestos.

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Muitos games foram proibidos em países de maioria muçulmana já que os líderes religiosos encontraram neles alguns aspectos que violam as doutrinas do Islã.

Na Arábia Saudita os produtos dos monstros de bolso da Nintendo estão proibidos desde 2001, para os líderes muçulmanos condenam os cards colecionáveis e dizem que eles promovem jogos de azar, o materialismo e a curiosidade sobre outras religiões.

Religiosos dos Emirados Árabes também já se pronunciaram contra um jogo online que recebeu o nome de “Muslim Massacre”, criado por um jovem da Austrália o game incentivava o jogador a matar muçulmanos, Maomé e até mesmo Alá.

O jogo foi lançado em 2008 e gerou muita revolta entre a população de países muçulmanos. O site onde o game estava registrado precisou se retratar e remover o jogo do ar.

Em 2012 um usuário muçulmano foi quem percebeu um pequeno problema no jogo Call of Duty: Modern Warfare 2, no mapa Favela havia duas inscrições em um banheiro que fazia gozações com Alá e com Maomé.

Ao notar as frases o usuário entrou em contato com Activision para que elas fossem removidas. A decisão da empresa foi de retirar o mapa por completo e ainda emitiu uma nota pedindo desculpas por aqueles que se sentiram ofendidos. As informações são do Tech Tudo.

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