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Mundo Cristão

Lideranças evangélicas repudiam investigação contra padre por “LGBTfobia”

FENASP apontou violação de direitos fundamentais e liberdade de crença.

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O Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), manifestou em nota o repúdio à abertura de investigação contra o padre Rodrigo Alves de Oliveira Arruda, vigário na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Pernambuco.

Ele virou alvo de um inquérito civil aberto pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) por suposta conduta de “LGTBfobia” durante uma missa. O religioso teria criticado o Supremo Tribunal Federal (STF) por tipificar a homofobia como crime de racismo.

Na nota enviada ao Gospel Prime, os integrantes do fórum lembram que a liberdade de consciência, crença e a manifestação de pensamento são protegidas pela Constituição, assim como a liberdade de culto.

“O inquérito civil em trâmite em desfavor do sacerdote Rodrigo Arruda, amolda-se a uma clara violação ao direito fundamental de liberdade de expressão”, diz trecho da nota.

O promotor Maxwell Anderson de Lucena Vignoli, da 7ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Recife, aponta que o inquérito tem como objetivo apurar as circunstâncias “de possíveis violações dos direitos da população LGBT”.

Ao apontar uma violação do direito de liberdade de expressão, o FENASP diz que “nada justifica calar a voz de um religioso apenas porque ela não se amolda à ética sexual secularizada”.

Com o objetivo de defender uma “visão profética e política dos evangélicos” o FENASP reúne lideranças de todo o país, atuando em defesa de valores cristãos e garantia plena dos direitos civis.

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