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Lei da Igualdade: “Trata pessoas de fé como cidadãos de segunda classe”

Joe Biden quer aprovar lei nos 100 primeiros dias de mandato.

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Bandeiras LGBT
Bandeiras LGBT (Foto: Direitos Reservados/Deposiphotos)

A Lei da Igualde deve avançar no Congresso dos Estados Unidos essa semana, enquanto vem sofrendo diversas críticas por cristãos e conservadores, já que é um projeto de lei que pretende revisar leis de direitos civis do país para incluir LGBTs.

Na interpretação da nova lei, desacordos podem ser considerados discriminação, incluindo “casamento” gay, homens biológicos competindo em esportes femininos e médicos realizando procedimentos como em relação a ideologia de gênero, mesmo contra sua consciência.

Joe Biden já falou que deseja assinar o projeto de lei ainda durante os 100 primeiros dias de governo, como uma das metas da gestão do democrata, que desde que assumiu o governo dos Estados Unidos vem impondo pautas progressistas e buscando desfazer o legado do seu antecessor.

“A Lei de Igualdade fornece proteções dos direitos civis federais há muito atrasadas para LGBTQ + americanos, evitando a discriminação em nossos sistemas de habitação, educação, serviços públicos e empréstimos. Exorto o Congresso a aprovar rapidamente esta legislação histórica”, twittou Biden.

De acordo com a conselheira sênior da Alliance Defending Freedom, a lei pode tirar direitos de religiosos e mulheres. “Podemos ver que isso imediatamente retiraria os americanos religiosos e as meninas e mulheres de nossos direitos iguais”, disse Denise Harle para a CBN News.

Na avaliação da conselheira, a medida também proporcionaria o aborto sob demanda, provavelmente encerraria uma proibição de longa data de abortos financiados pelo contribuinte e removeria as proteções de consciência para médicos e enfermeiras.

Além disso, os homens biológicos seriam autorizados a competir nos esportes femininos, eliminando efetivamente o Título IX, enquanto as meninas e mulheres seriam forçadas a compartilhar vestiários e banheiros em escolas e locais públicos.

“No Alasca, a cidade de Anchorage tinha uma lei como esta e punia um abrigo religioso para mulheres agredidas sem-teto e realmente os forçou a permitir que homens biológicos que se identificavam como mulheres dormissem e trocassem de roupa com essas mulheres, a maioria das quais foram vítimas de estupro e tráfico sexual e realmente processado (o abrigo) sob a lei, tentando fechar este abrigo cristão”, explica Harle.

Ela afirma que a Lei de Igualdade permite a subjetividade, o que coloca em risco toda a liberdade de opinião e crença, sob risco de punição para quem discordar da agenda LGBT.

O projeto claramente define as crenças cristãs como ilegais, podendo impedir as igrejas de exigir dos funcionários que cumpram suas crenças bíblicas sobre o casamento e as diferenças entre homens e mulheres. Na prática, pode abrir as portas para a tomada LGBT do controle dos templos.

A Alliance Defending Freedom está litigando um caso na Virgínia, um estado que recentemente aprovou uma lei como a Lei da Igualdade.

“As igrejas estão proibidas de ter um código de vestimenta, de ter um código de conduta para seus funcionários. Até mesmo perguntar em entrevistas se os funcionários em potencial compartilham crenças religiosas básicas”, diz Harle.

Ela e outros que se opõem à legislação dizem que a tolerância deve ser uma via de mão dupla. “O Ato de Igualdade trata as pessoas de fé como cidadãos de segunda classe. Ele especifica um certo ponto de vista e o rotula como intolerância”, diz ela.

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