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Sociedade

Laudo revela que Rhuan levou 12 facadas e foi degolado vivo

Barbárie foi cometida pela própria mãe e a companheira em Samambaia.

Michael Caceres

em

Ruhan, mãe e a amante. (Foto: Reprodução)
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As investigações sobre o chocante caso do menino Rhuan Maycon da Silva Castor, 9 anos, que foi assassinado pela mãe e por sua amante ganhou detalhes ainda mais cruéis. Segundo laudo cadavérico, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia e teria sido decapitado (a cabeça arrancada) quando ainda estava vivo, com sinais vitais presentes.

A Polícia Civil apurou que ao todo foram 12 golpes de faca, desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe. Após a primeira facada no peito, o menino ainda teria se levantado e ficado de joelhos ao lado da cama, quando foi atacado brutalmente por seguidos golpes. O crime teria acontecido no dia 31 de maio.

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Segundo a PCDF, enquanto a mãe começou a esquartejar o corpo, após ter assassinado a criança, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, sua amante, acendia a churrasqueira para queimá-lo, a fim de se livrar das evidências. Ela também teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.

Em entrevista coletiva, o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, afirma que a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, antes de ser colocada na churrasqueira para ser jogada em um vaso sanitário. A mulher ainda tentou retirar com uma faca os globos oculares de Rhuan, com o objetivo de impossibilitar o reconhecimento por parte da polícia.

Os relatos são de que após a tentativa de assar o tórax, cabeça, pernas e braços, as mulheres desistiram ao perceberem que a carne não desprendia dos ossos, como esperavam que acontecesse. Foi quando decidiram dividir as partes do corpo em duas mochilas infantis, sendo que uma delas foi jogada em um bueiro da Quadra 425 de Samambaia.

Um ano antes do assassinato, as mulheres teriam feito uma cirurgia caseira de reversão de sexo no menino, decepando seu pênis. Depois passaram a fugir de cidade em cidade para que o crime não fosse descoberto, até que a mãe atacou a criança cruelmente e tentou se livrar do corpo.

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