Siga-nos!

Entretenimento

Justiça nega indenização a ex-backing vocal que acusou Aline Barros de homofobia

Rejane diz que foi vítima de homofobia por parte da cantora

Publicado

em

Aline Barros e Rejane
Aline Barros e Rejane. (Foto: Divulgação)


A Justiça negou o pedido de indenização e reconhecimento de relação trabalhista feito por uma cantora que prestava serviços para Aline Barros como backing vocal. A decisão foi do juiz da 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.

Segundo uma nota enviada pela assessoria de Aline Barros, o magistrado julgou “improcedentes todos os pedidos formulados pela sra. Rejane, condenando-a, inclusive, ao pagamento de custas judiciais e expressivos honorários advocatícios”.

“A clareza e firmeza com as quais a justiça apreciou e analisou os fatos e provas levados aos autos do processo pelo escritório Jorge Vacite Neto Advogados foi tamanha, que a Sra. Rejane sequer lançou mão de qualquer recurso, tendo àquela sentença transitado em julgado no último dia 18/02/2019, quando o referido processo foi arquivado de forma definitiva”, completa a nota.

Rejane Silva Magalhães pedia R$ 1 milhão em indenização por danos morais, acusando Aline Barros de ser homofóbica por romper o contrato de prestação de serviço.

Contrato este que a backing vocal desejava que fosse transformado em relação trabalhista, para que ela pudesse receber todos os direitos.



Publicidade
Publicidade