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Política

Justiça de São Paulo proíbe cultos e missas

Ministério Público pediu multa de R$ 10 mil para líderes que não respeitarem medida

Neto Gregório

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Templo de Salomão, sede da Igreja Universal do Reino de Deus (Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)

Após recomendação na quinta-feira (19) do Governo de São Paulo, a Justiça do estado atendeu a um pedido do Ministério Público (MP) nesta sexta-feira (20) e proibiu a realização de cultos e missas no estado.

“Isto não significa o fechamento de igrejas ou templos ou outras áreas que as pessoas se reúnem para fazer suas orações. Apenas a recomendação para que não promovam mais, presencialmente, missas e cultos”, disse o governador João Doria (PSDB) na quinta-feira.

O juiz Randolfo Ferraz de Campos considerou que “meras recomendações” do estado para isolamento social não são compatíveis com o panorama da pandemia do novo coronavírus, Covid-19.

Uma das igrejas que ainda resistem ao pedido das autoridades é a Igreja Universal do Reino de Deus. O bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, brincou em uma celebração dizendo que “se um dia você ouvir que a Igreja Universal fechou e que não vai ter reunião é porque Jesus voltou e você ficou!”.

Nas redes sociais, Cardoso anunciou uma diminuição no número de pessoas nos cultos e nas reuniões. Com a recomendação de as pessoas se sentarem longe uma das outras. Para ele “as pessoas estão passando um momento de pânico” e por isso, precisam da igreja neste momento.

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