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Mundo Cristão

Juízes iranianos são acusados de enviar cristãos para “fábrica de tortura”

Entidade de defesa dos direitos humanos cobra ações do governo americano

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Prisão de Evin
Prisão de Evin. (Foto: Irã Frontpage)
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Três juízes iranianos estão sendo acusados de enviar cristãos para uma prisão conhecida como “fábrica de tortura”. A informação é da International Christian Concern (ICC), organização sem fins lucrativos que analisa casos de perseguição religiosa em vários países.

“O Irã tem sido governado por elites que fundiram o islã linha-dura com a governança. Os cristãos são vistos como uma ameaça à segurança nacional e processados ​​sob esses juízes e então presos na infame prisão de Evin, comumente chamada de ‘fábrica de tortura'”, alerta o relatório da entidade.

Os juízes foram identificados como Mashallah Ahmadzadeh, Mohammed Moghiseh e Ahmad Zargar, todos eles do Tribunal Revolucionário Iraniano.

Desde a fundação da moderna República Islâmica do Irã, que completou 40 anos nesta segunda-feira (11), os cristãos sofrem por serem diversas represálias, como prisões e torturas. Ter uma Bíblia ou participar de cultos pode ser motivo para prisão, como alerta o ICC.

Muitos dos cristãos presos são enviados para a prisão em Evin, localizada no sopé das montanhas de Alborz, nos arredores de Teerã, que tornou-se famosa por ser o local onde o regime detém seus presos políticos. Funcionários da prisão foram acusados ​​de torturar dissidentes políticos e minorias religiosas.

“Os cristãos enfrentaram tratamento degradante e desumano por nenhuma outra razão além da fé. No entanto, apesar dessa intensa perseguição, eles firmemente mantiveram sua fé”, completa o relatório do ICC, assinado pela gerente regional Claire Evans.

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