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Jovem abandona lesbianismo e se entrega a Jesus durante louvor

Michaela Lanning encontrou cura para abusos sofridos na infância.

Michael Caceres

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Michaela Lanning (Foto: Reprodução/YouTube)

Quando a jovem Michaela Lanning sofreu abusos dentro de sua própria casa, tendo de ficar na casa de sua avó, onde era obrigada a dormir em um sofá que ficava em um ambiente com pilhas de lixo, mofo e elementos tóxicos, acabou tendo diversos problemas emocionais.

“Papai era muito desconectado, muito sociopata, muito narcisista, uma personalidade muito viciante”, disse ela em um depoimento em vídeo em seu canal no YouTube.

De acordo com o God Reports, a falta de apoio de sua mãe acabou gerando confusão psicológica na jovem, que na escola também passou a sofrer bullying por ser diferente das outras meninas.

Com sua cabeça muito confusa, tendo de lidar com os ataques de ansiedade da mãe e sendo mal alimentada, acabou desenvolvendo sequelas emocionais diante da sua infância conturbada.

“Eu tinha que colocar minha mãe para dormir e estava com medo de que ela morresse”, lembra Michaela. “Enquanto eu a levava para a cama todas as noites, pensava que isso iria livrá-la da morte.”

Michaela começou a se cortar para tentar enfrentar a dor que sofria, desenvolvendo também transtorno dissociativo quando estava na sétima série.

“Achei que estava morta ou assistindo a um filme”, relatou. “Eu pensei que estava dormindo e era um sonho que eu estava tendo. Eu realmente não tinha mais noção do que era realidade. Eu não estava ciente de nada acontecendo ao meu redor e isso era assustador”.

Sua rotina na escola passou a incluir a sala da enfermaria, pois inventava motivos para ser mandada para casa, a fim de evitar ficar em um ambiente com outras pessoas. Chegou a ter aulas online na oitava série, pois não queria sair de casa devido aos ataques de pânico.

“As coisas estavam ficando muito ruins com meus pais”, diz ela. “Uma vez meu pai estava vigiando minha irmã e eu, e ele nos perseguiu pelo corredor com uma faca. Sim, voltamos a morar com minha avó.”

“Minha irmã e eu dormíamos na sala em dois sofás, que provavelmente eram dos anos 80. Eles estavam cobertos de xixi de cachorro. Eles estavam imundos; eles tinham buracos neles. Foi sobre isso que dormimos por mais quatro anos. Sem cama, sem quarto, sem pai, nada”, contou.

A confusão e busca por aceitação lhe fez se assumir como bixxexual, depois passando a ter relacionamentos apenas com meninas, se assumindo como lésbica.

Passou a andar com pessoas que se diziam “transgêneros” e ser fortemente influenciada para mudar seu pensamento sobre sua identidade, chegando a fundar um grupo LGBT em sua escola.

“Eu senti todas essas coisas e eu, em meu quebrantamento e minha automutilação e meu distúrbio alimentar e minha ansiedade, tudo estava se juntando, e eu disse que sim, parece certo: eu sou transgênero”, ela lembra.

Depois disso, passou a se declarar como um homem vivendo em um corpo de mulher, e disse a todos que queria ser chamada por um nome masculino, passando a se consultar para tentar mudar de sexo.

“Mas no meu íntimo eu sabia que não era transgênero o tempo todo. Na verdade, o que eu precisava era de um salvador, só não sabia disso na época”, explicou.

Não muito tempo depois, ela teve um colapso nervoso e abandonou a escola e sua identidade trans, passando a buscar drogas para aliviar sua dor.

Sua experiência com drogas surgiu em uma escola alternativa, onde jovens envolvidos com entorpecentes ou meninas grávidas eram enviados. “Não conheci uma única criança ou adolescente lá que não usasse drogas, ou pelo menos usasse vap”, diz ela.

Foi no segundo grau, quando fazia um curso sobre religião mundial, que ela considerou preencher o vaziou de seu coração e curar suas dores, pensando que poderia buscar isso no islamismo ou no judaísmo, pois tinha experiência negativa com o paí, que se dizia “cristão”.

No entanto, um dia resolveu pesquisar no Google por igrejas próximo de onde estava e encontrou a Igreja Red Rocks, ficando decidida por ir visitar aquela denominação.

Quando entrou no local de culto pela primeira vez, relata que sentiu uma forte presença de Deus e do Espírito Santo tocando em seu coração.

Então, em um momento de louvor, ela levantou os braços e decidiu se entregar para Jesus Cristo, sentindo o Espírito Santo descer sobre ela, sendo batizada nas águas mais tarde e tendo uma completa mudança de vida.

“Foi como se um interruptor acendesse dentro de mim e tudo que eu estava perseguindo, tudo que eu desejava, tudo que eu havia desejado por todos aqueles anos, havia falhado dentro de mim”, diz Michaela. “De repente, Ele restaurou cada parte quebrada de mim. Ele curou cada parte quebrada de mim e cada coisa que fiz. Cada coisa que aconteceu me levou a ele”.

“Estou viva pela graça de Deus. Sou salva pelo sacrifício de Jesus e tudo o que fiz foi para Ele. Ele não me julga pelo meu pecado, Ele não me julga pela minha crise de identidade, Ele não me julga pela minha doença mental. Ele vê em mim a Sua filha e vê meu coração e minha alma e meu amor por Ele”, testemunhou.

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