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Irlandesas tomam pílulas ilegais em protesto a favor do aborto

Irlanda do Norte têm uma das leis mais duras contra o aborto na Europa

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Feministas tomando pílulas de aborto
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Mulheres da Irlanda do Norte que participaram de um protesto contra as leis anti-aborto “tomaram pílulas ilegais” em frente a um batalhão militar. Não há informações se elas estavam grávidas. No local havia muitos ativistas pró-vida.

Eleanor Crossey Malone, do movimento feminista socialista Rosa, foi uma das mulheres que tomaram a pílula na frente das câmeras de televisão. A Irlanda do Norte é o último país do Reino Unido onde o aborto é ilegal, salvo por circunstâncias excepcionais.

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O país aplica uma legislação sobre a interrupção da gravidez que, na prática, funciona como uma proibição quase total da intervenção. Entre as circunstâncias excepcionais estão casos onde a mulher corre risco de vida. Casos de incesto, estupro ou malformação não são contemplados.

Pílulas foram distribuídas durante protesto

As ativistas que foram apreendidas pela polícia eram integrantes da Women on Waves, uma organização holandesa que defende os direitos humanos das mulheres e Women on Web, outra organização que fornece apoio às mulheres que querem abortar com segurança. O grupo feminista Rosa Northern Ireland também estava presente.

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Além de entregar a medicação, um médico holandês também estava à disposição para aconselhar as mulheres, uma vez que também é ilegal ajudar na interrupção da gravidez. Irlandesas que querem praticar o aborto, atualmente, são encaminhadas para a Inglaterra e o País de Gales.

Robôs controlados remotamente estavam entregando comprimidos e fornecendo instruções sobre o aborto e as leis vigentes. “Tomei a pílula para desafiar as leis anti-escolha, extremamente antiquadas, medievais, que existem na Irlanda do Norte”, disse uma das ativistas.

A votação para a legalização do aborto no país irlandês marcou uma “vitória histórica” na luta pelo direito de abortar, já que 66,4% dos eleitores apoiaram o fim da oitava emenda à Constituição. Com informações Independent




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