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Internacional

Igrejas no Congo estão ajudando a prevenir a disseminação do ebola

As igrejas estão apoiando os esforços do governo para a prevenção e ensinando a população a como se prevenir da doença

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Campanha contra o Ebola no Congo. (Foto: Reuters)

O surto de ebola já matou 1.500 pessoas na República Democrática do Congo e o ministério Compassion Uganda, país vizinho, disponibilizou equipes para ajudar na prevenção da doença.

Para evitar a contaminação, as reuniões públicas em Kasese (cidade que faz divisa com a República Democrática do Congo), até mesmo as reuniões religiosas estão proibidas e as ações do Ministério da Saúde contam com apoio das igrejas.

“A Compassion Uganda e os membros da equipe da igreja da linha de frente estão apoiando os esforços do governo para a prevenção e garantindo que as famílias estejam cientes da doença, como preveni-la e o que fazer se alguém da família apresentar sintomas de ebola”, explicou a médica Shellina Atwine, gerente de suporte ao programa Compassion Uganda, em entrevista ao site Christian Today.

“O Evangelho continua sendo pregado; no entanto, as igrejas estão aproveitando todas as oportunidades para educar e conscientizar sobre o Ebola. Igrejas também estão se unindo em oração para que a epidemia chegue ao fim”, completou o médico Yona Kapere, assessor regional de saúde da Compassion na África.

Por conta do surto da doença em 2014, os países africanos começaram a se preparar e colocarem em ação os planos de prevenção e de tratamento da doença. Na República Democrática do Congo, o maior desafio é fazer as pessoas acreditarem que estão em uma zona de risco.

“Muitas pessoas frequentemente cruzam a fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo. Nas passagens de fronteira, as pessoas estão sendo rastreadas por febre e sintomas de ebola”, completou o médico Kapere.

A Compassion realiza um trabalho focado em crianças, que são o grupo de maior risco. Quanto menor, mais suscetível à doença a criança pode ser e é difícil conscientizá-las sobre os perigosos e ensiná-las práticas de higiene adequadas para evitar a doença.

O grupo religioso pede para a igreja global orar em favor dessa situação tanto na Uganda, quanto no país vizinho. Orando não apenas pelos pacientes, mas também pelos profissionais que atuam na região.

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