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Igreja vira polo de atendimento para médicos voluntários da covid-19

Voluntários de Saúde deverão prestar atendimento gratuito em projeto inédito.

Michael Caceres

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Médicos Pela Vida Brasil (Reprodução)

A Igreja Morada de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, decidiu abrir suas portas para receber o Polo Morada do movimento Médicos pela Vida Brasil, projeto que tratará precocemente pessoas do grupo de risco e profissionais da linha de frente do combate a covid-19.

O projeto é focado em pessoas já diagnosticadas ou com suspeita, com sintomas leves de 1º ao 5º dia, além de atender profissionais das áreas de Saúde, Segurança e trabalhadores da linha de frente, com o objetivo de prevenção, bem como idosos, hipertensos, obesos,  diabéticos e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

“Não existe abordagem em massa contra a covid. Estamos criando uma plataforma, que ninguém imaginou, para o tratamento precoce do vírus”, explicou o médico toxicologista e nutrólogo Sandro Benites.

A ação pioneira no Brasil contará com o apoio de voluntários da Saúde, seja médicos ou enfermeiros que queiram se dedicar a ajudar outras pessoas que serão atendidas das 8h às 12h e das 13h às 17h no templo evangélico de Campo Grande.

O cidadão que deseje receber atendimento deve se dirigir ao local portando os documentos pessoais, como: RG, CPF, Carteira do SUS, Carteira Funcional (comprovação da área de atuação) e o laudo de contactantes de pacientes positivos para covid em isolamento domiciliar, se possuir.

“O tratamento preventivo só será realizado mediante a autorização e não garante imunidade para os pacientes. Importante salientar que os medicamentos preescritos no Polo Morada, não serão distribuidos no local. Com a receita, os pacientes deverão ir até às Unidades de Saúde da Rede Pública para a retirada.” esclareceu o médico cirurgião vascular, Dr. Mauri Comparin, segundo A Crítica.

Para o médico intensivista e clínico, Dr. César Augusto Sobrinho, os pacientes que receberem a receita e começarem o uso dos medicamentos passarão a ser monitorados por TeleMedicina, especialmente nos primeiros dez dias, quando o quadro pode se agravar rapidamente.

“O paciente que entrar em contato com o vírus e desenvolver a doença, será acompanhado, evitando  que evolua para as fases mais avançadas e mais graves dessa doença”, disse.

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