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Internacional

Sínodo sugere que Igreja se aproxime dos católicos divorciados

Os bispos e cardeais que participaram do encontro resolveram aceitar os divorciados que voltaram a se casar

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Pela decisão dos 270 bispos que participaram do Sínodo da Família, a Igreja Católica deve começar a receber os fiéis divorciados e até mesmo aceitar a participação deles nos serviços eclesiásticos.

Para a reintegração dessas fiéis, foram 187 votos a favor e 72 contra, o texto do ponto 84 diz:  “Os batizados que são divorciados e que se voltaram a casar no registo civil devem ser mais integrados nas comunidades cristãs nas diversas maneiras possíveis, evitando quaisquer ocasiões de escândalo”.

Já no ponto 85 fala-se que os padres devem acompanhar os divorciados, e esse texto teve 178 votos a favor e 80 contra. “É dever dos padres acompanhar as pessoas interessadas pelo caminho do discernimento segundo os ensinamentos da Igreja e a orientação do bispo”, diz o texto que ainda pede exame de consciência para que a pessoa reflita e se arrependa, perguntando a si mesma como se comportaram diante dos filhos quando o casamento entrou em crise.

Desde 1977 os católicos que se divorciaram e voltaram a se casar podem participar da missa, mas não pode participar da Eucaristia. Agora, com a readmissão, eles poderão receber a comunhão e ainda participar das atividades da igreja.

“Quando não há escândalo, e eles querem e desejam, são casais maduros que estão dispostos a participar na comunidade e a receber o ensinamento da Igreja em comunhão com ela, esses casais poderão participar em serviços e ministérios”, disse à Ecclesia o brasileiro cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente-delegado do Sínodo. Com informações de Observador

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