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Mundo Cristão

História dos 21 cristãos decapitados pelo Estado Islâmico vira livro

Quatro anos se passaram desde a morte violenta que foi filmada e divulgada para todo o mundo

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Malak
Malak. (Foto: Portas Abertas)
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No dia 15 de fevereiro completou 4 anos da morte de 21 cristãos coptas assassinados pelos terroristas do Estado Islâmico. O vídeo da decapitação desses homens foi divulgado pelo grupo e percorreu o mundo, causando grande indignação.

A história de cada um desses cristãos que foram mortos está sendo contada no livro “Os 21: Uma jornada para a terra dos mártires coptas”, lançado na última semana com autoria do romancista e poeta alemão Martin Mosebach.

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A história é contada pela ótica de mães, irmãos e viúvas que deram um ponto de vista diferente da retórica de martírio.

“Sem lamentação, sem luto, sem piedade, mas sim orgulho e felicidade. Isso não foi visto como uma injustiça ou um incidente que não deveria ter acontecido. Pelo contrário, mães, viúvas, irmãos e pais falavam a mesma língua”, declarou o autor ao ministério Portas Abertas.

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Segundo Mosebach, essas famílias mostravam a esperança do Céu e a fé na forma como tratavam a morte tão cruel que seus parentes sofreram.  “Havia realmente a presença do sobrenatural na vida dessas pessoas muito simples que não eram místicas. Eram pessoas com teologias muito simples, mas era uma verdadeira teologia”, disse ele.

No ano passado uma igreja em homenagem aos mártires foi inaugurada a Igreja dos Mártires da Fé e da Pátria, localizada na província de Minya, no Alto Egito, onde 13 dos 21 mortos viviam.




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