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Internacional

Guerra na Síria chega ao seu nono ano; cristãos pedem orações pelo fim dos conflitos

Levantamento indica que 371 mil pessoas já foram mortas

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Igreja Siria destruída pelo Estado Islâmico
Igreja na Síria destruída pelo Estado Islâmico. (Foto: Reuters)
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Dia 15 de março de 2011 marcou o início de uma revolta armada na Síria que acabaria se transformando na maior guerra na história moderna do Oriente Médio.

Os mais atingidos pelo conflito que chega ao seu nono ano foram os membros da comunidade cristã.

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Ao longo dos últimos anos, igrejas foram atacadas e dezenas de milhares de pessoas foram assassinadas por radicais islâmicos simplesmente por professarem sua fé em Cristo.

Chegou-se a especular parecia que a presença cristã no país não existia mais depois da chegada do Estado Islâmico.

O grupo extremista acabou derrotado, mas impôs um banho de sangue no país.

O número de cristãos sírios diminuiu drasticamente, mas a Igreja Perseguida se manteve no país devido a vários líderes cristãos que ficaram e, assim, encorajaram outros a fazer o mesmo.

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“Eu lembro dos rumores sobre o fechamento da nossa igreja no começo da crise”, conta Abdallah, 47 anos, que pastoreia uma das várias em todo o país que tem trabalhado nos bastidores para servir a comunidade cristã.

Ele e sua esposa, Aghna, estão entre os vários pastores e líderes cristãos que preferiram ficar no país, mesmo sabendo que corriam risco de morte. Seu testemunho tornou-se um sinal de esperança para seu povo.

Ao ver o líder continuando seu trabalho, muitos membros foram encorajados a ficar também.

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Eles continuam pedindo orações pelo fim da guerra na Síria, que envolve vários interesses.

Saldo da guerra

O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), emitiu um levantamento atualizado da guerra, dando conta que pelo menos 371.222 pessoas morreram desde o início dos conflitos.

Contudo, o número de mortos pode superar os 570 mil, entre civis, combatentes de todos os grupos e desaparecidos. Das mais de 371 mil vítimas que a ONG conseguiu documentar e verificar seu falecimento, 112.623 são civis, incluindo 21.065 menores de idade e 13.173 mulheres.

Não há um número exato de cristãos mortos, mas estima-se que esteja na casa das dezenas de milhar.

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