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Política

Governadores e prefeitos apelam para igrejas evitarem reuniões

Pedido tem como objetivo evitar alto contágio pela doença.

Michael Caceres

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Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro. (Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil)

Líderes evangélicos de diversas partes do Brasil estão sendo procurados pelas autoridades para que as igrejas ajudem a restringir o avanço do coronavírus, inclusive com apelos de governadores e prefeitos.

No Rio de Janeiro, o governador Wilson Witzel recomendou que os cultos fossem suspensos, apelando para que os líderes evangélicos adotassem medidas para prevenir a proliferação da doença.

Outro governador a apelar pela ajuda dos líderes religiosos foi Ronaldo Caiado, governador de Goiás, que pediu pessoalmente para que os pastores e padres adiassem eventos e suspendessem grandes reuniões.

As prefeituras também estão apelando para que lideranças evangélicas evitem ao máximo a aglomeração de pessoas, reduzindo assim os riscos de contágio com o coronavírus, como no caso de Camboriú.

O prefeito da cidade, Elcio Rogério Khuhnen, solicitou ao Gideões Missionários da Última Hora que adiasse o congresso que acontece anualmente na cidade catarinense, transferindo para os dias 2 a 7 de setembro, quando a doença estará controlada.

Também tem sido esse o pedido do Governo Federal, que através de seus ministros tem buscado ajuda das igrejas cristãs.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, chegou a se reunir com pastores e padres para pedir ajuda no combate a doença.

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