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Sociedade

Filhos de Flordelis fazem manifestação pedindo justiça pela morte do pai

Dois filhos adotivos e o filho biológico do casal romperam com a família após o assassinato do pastor; eles foram excluídos do grupo de WhatsApp da família

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Protesto por Justiça para Anderson do Carmo. (Foto: Gilvan de Souza / Agencia O Dia)

Na manhã deste domingo (21) dezenas de pessoas participaram de uma manifestação em defesa do pastor Anderson do Carmo, cobrando justiça na investigação sobre a morte do esposo da deputada federal Flordelis.

A manifestação foi organizada por três filhos de Flordelis e Anderson do Carmo: Luan e Mizael, que são filhos adotivos e Daniel, o único filho biológico do casal.

Luan Santos é o pastor que se desligou no Ministério Flordelis dias após a morte do pai. Em entrevista ao jornal O Dia, ele declarou que o que fizeram com seu pai foi “atrocidade” .

“Não vejo a hora de a justiça ser feita para que a justiça prevaleça. Eu não acredito na atrocidade que fizeram e por isso saí do ministério”, declarou ele. “Não vou compactuar com essa atrocidade”, completou.

A manifestação aconteceu no bairro Laranjal, em São Gonçalo, em frente ao local onde estava sendo construída uma nova igreja do Ministério Flordelis. Mizael, que é vereador na cidade, disse que a construção daquela igreja era um dos sonhos de seu pai.

“Estamos aqui porque esse foi um dos sonhos dele. Realizar a inauguração dessa igreja. Infelizmente, roubaram esse sonho dele. Estamos nesse ato para clamar por justiça e verdade. Espero que esse caso seja solucionado o mais rápido possível”, disse o filho adotivo.

Daniel dos Santos, 21 anos, único filho biológico do casal, disse que seu pai “não merecia isso”, mas preferiu não apontar quem ele acha que tenha sido o mandante do crime. “Sem palavras. Não sei. Não sei nem porque fizeram isso”, disse o jovem que preferiu não falar sobre sua mãe. “Estou aqui apenas para lutar por Justiça”.

A mãe e a irmã do pastor Anderson do Carmo participaram do evento e cobraram as autoridades pelas respostas que faltam, entre eles o paradeiro do celular do pastor que até hoje não foi encontrado.

Segundo o jornal O Dia, ao organizarem o evento, Daniel, Mizael e Luan foram excluídos do grupo da família no WhatsApp.

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