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Facebook usou relatório secreto para censurar conservadores

Algoritmo teria sido alterado para favorecer mídia de esquerda.

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Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg (Foto: Reprodução/YouTube)

Devido os distúrbios gerados pela eleição presidencial nos Estados Unidos, o Facebook teria feito uma mudança urgente em seu algoritmo para omitir conteúdos de informações de um determinado partido e favorecer a outro.

Os funcionários do Facebook apresentaram ao CEO da empresa, Mark Zuckerberg, as supostas desinformações relacionadas às eleições que estariam viralizando no site, com isso propuseram uma mudança brusca no algoritmo do feed de notícias, determinando o que dois bilhões de pessoas iriam ver.

As notícias mais populares da plataforma eram as que afirmavam que a eleição foi forjada, e que Trump apontou a eleição como fraudulenta, afirmando sobre cédulas descartadas e votos mal contados, e outras histórias de veículos que favoreciam a direita.

O NEQ (News Ecosystem Quality), ou seja, a qualidade do ecossistema de notícias, uma pontuação usada pelo Facebook, classificada como interna e secreta, atribui aos editores de notícias a base em sinais sobre a qualidade de seu jornalismo.

De acordo com três pessoas com conhecimento da decisão do Facebook, sem autorização de discutir as medidas internas, disseram que Zuckerberg concordou em aumentar o peso do NEQ para garantir o tipo de notícia que apareceria mais no feed. 

Depois da mudança, o resultado do site mostrou uma visibilidade maior para editoras tradicionais, como CNN, The New York Times e NPR, enquanto outras páginas de mídias independentes e especializadas se tornaram menos visíveis, de acordo com os funcionários.

Após alguns funcionários dizerem que a mudança seria permanente, Guy Rosen um executivo do Facebook disse em uma ligação semana passada para os repórteres que as mudanças deveriam ser temporárias e que “nunca houve planos para torná-las permanentes”.

De acordo com o Faith Wire, as investigações aumentaram nos últimos meses em relação ao Facebook amplificar informações falsas e conflituosas. Muitos funcionários entraram em desacordo com as medias, gerando tensões. De um lado as aspirações da empresa em melhorar o mundo, do outro o seu desejo de dominar as informações.

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