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Internacional

Extremistas estupram filha de pastor de 4 anos porque ele não parou de pregar

As autoridades locais não quiseram registrar o caso que aconteceu dentro da escola onde a pequena estudava.

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Cristãs indianas protestam contra violência. (Foto: Reuters / Adnan Abidi)

Extremistas hindus estupraram uma menina de 4 anos filha de um pastor que se negou a parar de compartilhar o Evangelho.

O crime aconteceu no centro da Índia e foi denunciado por um missionário da região.

O pastor Samuel, um parceiro da Portas Abertas dos EUA na Índia, disse ao The Christian Post que, ao longo dos anos, seu ministério acompanhou centenas de cristãos perseguidos por sua fé no país do sul da Ásia.

E então ele contou a história dos pastores pais da pequena, declarando que eles formam um casal cristão que chegou na região central da Índia para iniciar um ministério infantil.

Eles cuidavam de crianças que ficavam sozinhas em casa enquanto os pais saíam para trabalhar.

“Em pouco tempo, essas crianças começaram a se sair bem na escola e a mudar seu comportamento; portanto, seus pais ficaram curiosos e perguntaram sobre Jesus”, disse o missionário.

A curiosidade sobre Jesus fez com que o cristianismo crescesse na região e assim eles iniciaram uma pequena igreja dentro de casa.

Um grupo extremista hindu resolveu se manifestar contra eles e exigiram que o pastor deixasse de pregar.

No entanto, o pastor manteve sua posição dizendo aos extremistas hindus: “Meu Deus me chamou para servir essas crianças e as pessoas desta cidade. Vou continuar a pregar o evangelho. Faça o que você quiser comigo”, contou o missionário.

O pastor viajou para participar de um treinamento e sua esposa ficou em casa e um dia ligaram da escola dizendo que a filha do casal estava doente, vomitando muito. Ao levá-la ao médico foi identificado que a pequena havia sido estuprada.

“Os extremistas hindus planejaram e conspiraram na escola e alguns homens estupraram a criança de 4 anos”, disse o missionário Samuel. “Isso destruiu a vida do pastor e de sua esposa.”

Apesar das repetidas tentativas de apresentar uma queixa com a polícia, o pastor e sua esposa foram ignorados pelas autoridades que não foram investigar os culpados por este crime bárbaro.

“Eles não tinham ideia do que fazer; a escola negou tudo e a polícia não quis ouvir”, disse Samuel. “Eventualmente, um de nossos voluntários entrou em contato com eles, e estamos ministrando a eles desde então.”

O casal chegou a pensar em desistir do ministério, mas estão sendo encorajados por outros missionários que, assim como Samuel, estão dando apoio a toda a família.

“Hoje eles continuam com o ministério com crianças e moram na mesma vizinhança”, completou o missionário.

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