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Ex- trans diz que ideologia de gênero ofusca “problemas de saúde mental”

“Devemos ser atenciosos e amorosos com eles”, disse a jovem.

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Ex-trans Helena Kerschner
Ex-trans Helena Kerschner (Foto: Repodução/YouTube)

Na sexta-feira passada (23), uma mulher que já fez a transição para o gênero masculino, afirmou em um evento que as pessoas que sofrem com disforia de gênero devem ser tratadas como qualquer outro jovem que sofre de algum transtorno mental, ao invés de fazer mudanças físicas.

Helena Kerschner, de 22 anos, compartilhou a sua história na Conferência de Cultura Q 2021 com Preston Sprinkle, o presidente do Centro para Fé, Sexualidade e Gênero.

Como começou a sua transição

Ela contou que teve uma infância normal, sem sinais de disforia de gênero, porém aos 15 anos ela se envolveu em uma comunidade online, que falava o tempo todo sobre justiça social e gênero.

Kerschner então se sentiu fora do movimento, pois ela era uma garota hétera e branca, e viu que isso era ruim, devido a combinação do seu envolvimento com o grupo e sua saúde mental,  ela começou a se identificar como não-binária e sua vida virou uma bola de neve.

Aos 18 anos ela começou a fazer sua transição de mulher para homem, logo ela se viu cercada de várias pessoas em sua escola e da comunidade online que decidiram pelo mesmo.

“Acho que nunca teria pensado em me ver como um menino sem os aspectos sociais, especialmente se eu não tivesse aderido a essas comunidades online especificamente porque não havia nada na época, realmente na minha escola ou na minha comunidade, que estava me influenciando. Estava tudo online ”, refletiu ela.

Doença mental x disforia de gênero

A jovem afirmou que hoje com 22 anos, ela pensa totalmente diferente do que pensava a dois anos atrás, quando começou a transição, e faz uma alerta sobre o quanto é prejudicial mudar o corpo por causa da disforia de gênero, principalmente crianças.

“Olhando para trás, era o mesmo padrão – apenas crianças que estão realmente lutando, crianças que estavam muito sozinhas e isoladas, talvez não tivessem uma vida familiar acolhedora. Eles foram apanhados nessas comunidades online e começaram a interpretar sua dor emocional através das mesmas lentes juntos”, contou.

Sobre o tratamento para essas pessoas que passam pelo mesmo que ela passou, Kerschner disse que: Acho que devemos tratar esses jovens da mesma forma que trataríamos qualquer outro jovem que está lutando com problemas de saúde mental. Devemos ser atenciosos e amorosos com eles”.

Para finalizar a jovem chamou a atenção de tratar essas pessoas com amor e compaixão, e afirmou mais uma vez que alterar o corpo com hormônios ou cirurgias não é o caminho mais indicado, segundo o The Christian Post.

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