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Mundo Cristão

Ex-gays realizam marcha para testemunharem transformação

Evento anual acontece na capital dos Estados Unidos

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Marcha de Ex-gays. (Foto: The Christian Post)
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Neste sábado (25) acontece nos Estados Unidos a edição de 2019 da Freedom March (Marcha da Liberdade), um evento onde ex-homossexuais saem às ruas de Washington D.C., capital americana, para testemunharem que deixaram a homossexualidade.

Fundada por Jeffrey McCall, o evento anual reúne homens e mulheres que, através da fé em Jesus, conseguiram mudar seus comportamentos sexuais.

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“Fui transformado pela graça de Jesus e descobri que outros também foram. Essas marchas são uma maneira de garantir que outras pessoas que tenham superado isso não se sintam isoladas e sozinhas”, explicou McCall ao site The Christian Post.

Entre os participantes do evento está é Luis Javier Ruiz, um sobrevivente do ataque à boate gay ‘Pulse’ em Orlando, em 2016. Ele entendeu que sair às ruas para mostrar que eles foram salvos.

“Eu sempre disse que não é sobre um gay virar hetero. É sobre um perdido ser salvo”, declarou o jovem. “Através da Freedom March, queremos espalhar mensagens de amor e aceitação por pessoas que deixaram sua identidade LGBT e mostrar que nós existimos. Essas marchas são nossa plataforma para educar, encorajar outras pessoas e compartilhar isso em uma comunidade”, acrescentou.

Os ex-homossexuais foram uma minoria rejeitada pela sociedade, muitos dizem que eles não existem e desconfiam de que eles realmente deixaram de sentir desejos por pessoas do mesmo sexo.

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“Eles acham que não somos felizes, acham que não estamos satisfeitos, quando na verdade estamos vivendo o melhor de nossas vidas. Não dizemos que é sempre fácil, mas a verdadeira alegria, paz e liberdade que temos não se compara a nada do que eu já tenha conhecido antes”, revelou Edward Byrd, líder da banda da Marcha da Liberdade.

Ao contrário do que se possa imaginar, eles não passaram por nenhum tipo de terapia de conversão, a chamada “cura gay”. Na verdade, muitos deles não conhecem este termo. “Nenhum de nós foi forçado a mudar ou colocar um acampamento; foi uma decisão que tomamos para seguir Jesus e Seu amor”, revelou Byrd ao Christian Post.

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