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Internacional

Na Europa, onda de violência contra judeus é fruto da islamização

Alemanha e França voltam a conviver com a sombra do antissemitismo

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Tumbas pichadas com a suástica
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O surgimento de uma “outra forma de antissemitismo”, causada principalmente pelos refugiados de origem muçulmana que chegam à Alemanha foi admitida pela chanceler Angela Merkel.

Durante entrevista à emissora de televisão israelense Chanel 10, no domingo (22), a líder do país mais poderoso da Europa reconheceu que os imigrantes árabes trazem consigo profundos sentimentos antijudaicos e isso é “desanimador”.

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“Temos de lidar com o fato de muitos refugiados muçulmanos terem introduzido uma outra forma de antissemitismo em nosso país”, disse Merkel, que desde o início da crise humanitária dos refugiados vinha defendendo a abertura incondicional das fronteiras.

A chanceler lembrou que “para nosso pesar, o antissemitismo existia na Alemanha antes mesmo deles [imigrantes] chegarem”. Ela insistiu que o problema se tornou tão evidente na vida cotidiana alemã que o governo nomeou um comissário especificamente para lutar contra o antissemitismo.

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“O fato de nenhuma escola judia ou sinagoga poder ficar sem proteção policial nos desanima”, disse.

Ataques na França

Conforme o site conservador Breitbart, os imigrantes muçulmanos são vistos como responsáveis pelo aumento dos ataques contra judeus em toda a Europa. Há relatórios de situação similar na França e na Bélgica.

No final de março, Mireille Knoll, uma judia que sobreviveu ao Holocausto, foi encontrada morta em seu apartamento em Paris. Ela tinha 85 anos. Seu corpo foi encontrado parcialmente queimado e tinha várias marcas de facadas. A polícia deteve os suspeitos, muçulmanos, que eram vizinhos dela e admitiram o antissemitismo.

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Este ano, o primeiro-ministro, Édouard Philippe, lembrou que França possui a maior população judaica da Europa, com cerca de 500 mil membros. Ele reconheceu o aumento dos ataques e afirmou que era uma situação de emergência.

Segundo um relatório divulgado pelo Ministério do Interior, o número de atos racistas sofreu uma queda geral na França no último ano, mas as ações violentas contra judeus, no entanto, tiveram uma alta considerável.

Alemanha

Em 17 de abril, um jovem sírio de 19 anos atacou dois homens que usavam quipá em plena luz do dia. Gritando ofensas, o imigrante os golpeou com um cinto. As imagens do ataque, filmadas com um celular, rodaram o mundo.

A Central de Pesquisa e Informação sobre Antissemitismo divulgou estatísticas sobre o número de incidentes antissemitas em Berlim em 2017. A entidade afirma ter contabilizado 947 casos de antissemitismo na cidade no ano passado, um aumento de 60% em relação a 2016.

Um relatório do American Jewish Committee, que analisou 21 escolas em Berlim mostra que a antipatia em relação à população judaica da Alemanha está crescendo entre os alunos turcos e árabes que professam o Islã. Esse é o mesmo grupo que declara simpatia pelas ações dos grupos islâmicos radicais, segundo a emissora alemã RBB.

O nível de preocupação chegou a ponto de Alemanha estar estudando uma legislação que pode deportar imigrantes que expressam opiniões antissemitas.

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