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Internacional

EUA não sairão da Síria até que Estado Islâmico seja derrotado

Saída imediata poderia acarretar problemas com países vizinhos

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John Bolton
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste domingo (6) que a batalha contra o Estado Islâmico está vencida. Porém, o secretário de conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, disse que os soldados americanos permanecerão no país.

Bolton declarou que é preciso manter as tropas na Síria até que “certos objetivos” sejam alcançados e também para evitar que, com a saída dos EUA, os terroristas voltem a ter forças e dominem o país mais uma vez.

“O calendário flui das decisões políticas que precisamos implementar”, declarou. Há áreas na Síria que o EI permanece invicto, sem os EUA os aliados dos americanos estariam em perigo.

Bolton também está preocupado com dezenas de milhares de combatentes curdos sírios que foram treinados, armados e aconselhados pelos EUA para combaterem os terroristas.

Fora isso, ainda tem a questão da Turquia, aliada da Otan, que prometeu expulsar os terroristas de todo o nordeste da Síria assim que os americanos forem embora.

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“Também é muito importante que, ao discutirmos com os membros da coalizão (e) outros países que têm interesse, como Israel e Turquia, esperamos que aqueles que lutaram conosco na Síria… particularmente os curdos não corram perigo devido à retirada”, disse o conselheiro americano.

Trump entende que o Irã e a Rússia são seus aliados para combaterem o EI, porém se compromete a tirar seus soldados em breve da Síria. “Estamos saindo da Síria, mas não sairemos definitivamente até que o Estado Islâmico tenha ido embora”, disse Trump.

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