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Sociedade

Esquerda tentou caracterizar cidadão “normal” como exceção, diz presidente do BB

Comercial que mostrava diversidade foi tirado do ar a pedido do presidente Jair Bolsonaro

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Rubem Novaes
Rubem Novaes. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A decisão de tirar do ar uma campanha do Banco do Brasil por ter muitos jovens negros e um transexual gerou uma série de crítica ao governo Bolsonaro.

Ao ser questionado, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou que a  esquerda tentou empoderar minorias e caracterizar o cidadão “normal” como exceção.

“Durante décadas, a esquerda brasileira deflagrou uma guerra cultural tentando confrontar pobres e ricos, negros e brancos, mulheres e homens, homo e heterossexuais etc, etc. O ‘empoderamento’ de minorias era o instrumento acionado em diversas manifestações culturais: novelas, filmes, exposições de arte etc., onde se procurava caracterizar o cidadão ‘normal’ como a exceção e a exceção como regra”, disse ele em entrevista à BBC Brasil.

As informações de que o diretor de Marketing e Comunicação, Delano Valentim, foi destituído do cargo também foram esclarecidas por Novaes, que afirmou que o profissional está de férias e que seu destino na instituição será discutido após seu retorno.

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