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Sociedade

Esquerda americana rejeita lei que obriga médicos a cuidarem de bebês sobreviventes de aborto

Profissional de saúde deveria se comprometer a zelar pela vida do bebê; a gestante não seria processada.

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Ativistas pró-vida. (Foto: AP / Jose Luis Magana)

Os senadores americanos do Partido Democrata bloquearam esta semana uma lei do Partido Republicano que obrigava os médicos a cuidarem das crianças que foram submetidas ao procedimento de aborto, porém nasceram com vida.

O texto do projeto de lei ameaça o profissional de saúde de prisão caso ele não se empenhe em salvar o bebê, no lugar de descartá-lo ou forçar sua morte de outra maneira.

Votaram a favor do infanticídio os senadores: Bernie Sanders, de Vermont; Kamala Harris, da Califórnia; Cory Booker, de Nova Jersey; Kirsten Gillibrand, de Nova York; Amy Klobuchar, de Minnesota; e Elizabeth Warren, de Massachusetts.

Já os democratas Joe Manchin, da Virgínia Ocidental; Bob Casey, da Pensilvânia; e Doug Jones, ou Alabama se juntaram aos republicanos e apoiaram o projeto chamado de “Lei de Proteção aos Sobreviventes ao Aborto Nascido-Vivo”.

No texto fica determinado que “qualquer profissional de saúde presente” no momento de um nascimento “exercesse o mesmo grau de habilidade profissional, cuidado e diligência para preservar a vida e a saúde da criança como um razoável um profissional de saúde diligente e consciencioso prestaria a qualquer outra criança nascida viva na mesma idade gestacional”.

O projeto de lei, que isentava a mãe envolvida no nascimento de ser processada, também teria exigido que os praticantes “garantissem que a criança nascida viva fosse imediatamente transportada e internada em um hospital”. O profissional de saúde que não protegesse a criança, poderia ficar até cinco anos detido.

Pelo Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou a decisão do Senado. “Os democratas do Senado acabaram de votar contra a legislação para impedir a morte de crianças recém-nascidas”, escreveu Trump. “A posição dos democratas sobre o aborto é agora tão extrema que eles não se importam em executar bebês após o nascimento”, escreveu.

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