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Internacional

Esquerda americana faz campanha contra “orações pelo Texas”

Vice de Trump: “precisamos cobrir as famílias da igreja com orações”

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Um político pode expressar publicamente sua fé nas redes sociais? Desde que Donald Trump venceu as eleições, sabidamente apoiado pelos evangélicos, a resposta para essa pergunta é um retumbante “não”.

Nos primeiros dias após o massacre na igreja batista de Sutherland Springs, onde 26 pessoas acabaram morrendo num atentado cujos motivos não estão totalmente esclarecidos, a hashtag #PrayfotTexas [ore pelo Texas] começou a se multiplicar nas redes sociais. Muitos políticos, como o governador texano Greg Abbot e o presidente Donald Trump disseram – e tuitaram – que estavam com as famílias das vítimas “em pensamentos e oração”.

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Contudo, o famoso comentarista político Keith Oberman, que apresenta o programa de rádio The Resistance, conhecido por sua postura abertamente de esquerda e defensor do ateísmo, decidiu atacar os políticos, sobretudo os evangélicos, que falavam em oração.

Após Paul Ryan, um conservador que é líder da Câmara dos Deputados nos EUA ter dito que a oração em momentos de tragédia “dá resultado”, Oberman escreveu um tuíte raivoso, onde sugere que eles deveriam “enfiar” suas orações.

Logo em seguida, o famoso autor de livros de terror Stephen King entrou no debate e disse “já chega de oração, façam alguma coisa”.

A questão em debate era a necessidade um maior controle de armas, algo que ressurge nos EUA toda vez que ocorre matanças de civis. Contudo, rapidamente passou a ser uma verdadeira campanha contra os todos os conservadores que falam sobre sua fé.

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O principal argumento dos esquerdistas é que as pessoas que estavam na igreja quando foram mortas estavam orando e isso não as protegeu.

Vários pastores conhecidos, como Franklin Graham e Greg Laurie se manifestaram, “Certamente é difícil entender por que Deus permite uma tragédia como essa acontecer, especialmente em uma igreja… No entanto, cristãos não estão livres de problemas. O próprio Jesus disse: Neste mundo, vocês terão aflições (João 16:33), afirmou Laurie ao Christian Post.

Mike Pence, vice de Trump, que governa o país enquanto o presidente está em viagem à Ásia, afirmou em entrevista ao canal Fox News: “Neste momento, eu realmente acredito que cobrir as famílias daquela igreja com nossas orações está fazendo a diferença em suas vidas, e continuará ajudando tanto as famílias quanto aquela comunidade”.

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Ontem (8), enquanto o tema da “inutilidade” das orações começou a tomar vulto, saindo das redes sociais e passando a ser abordado pela mídia secular, Pence foi ao Texas e esteve com os familiares das vítimas em um culto de oração, onde declarou: “a fé é mais forte que o mal. Estou aqui como vice-presidente para assegurar que externamos nossas mais profundas condolências e que todo o país está orando por vocês”.

Em meio a tudo isso, o comentarista Ben Shapiro, usou seu programa para abordar o assunto. Sendo judeu e conservador, ele demonstrou toda a sua insatisfação pela maneira como os movimentos de esquerda atacam a fé alheia. “Eu garanto a vocês que fazer uma oração é algo muito mais eficientes que ficar xingando os outros no Twitter”.

Lembrou ainda que quando Barack Obama era presidente sempre falou sobre seus “pensamentos e orações” estarem com as famílias após as tragédias que ocorreram durante seu governo.

Shapiro, de maneira incisiva, desmascarou a hipocrisia dos esquerdistas dizendo que ninguém impede os islâmicos que oram 5 vezes por dia de falarem sobre oração. Disparou ainda contra quem tenta fazer da fé algo ruim do ponto de vista político.

Para ele, toda a campanha contraria às “pessoas de fé” não existe quando são os democratas – partido de Obama e Hillary – que vão à igreja, aparecem cantando hinos ou falando sobre sua religiosidade.

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