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Equipe israelense restaura trauma cerebral com terapia não medicamentosa

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv têm respostas positivas em testes de oxigenoterapia hiperbárica.

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Médicos e enfermeiros em uma sala de operação. (Foto: Piron Guillaume / Unsplash)

Um avanço científico feito por equipe de pesquisadores da Universidade de Tel Aviv conseguiu restaurar o trauma cerebral por oxigenoterapia hiperbárica (HBOT), a primeira vez no mundo científico que a terapia não medicamentosa tem sido comprovadamente eficaz na prevenção dos principais processos biológicos responsáveis pelo desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Usando um protocolo específico de oxigenoterapia hiperbárica, houve melhora e aumento do  fluxo sanguíneo cerebral em pacientes idosos em cerca de 16-23% aliviando a disfunção vascular e a carga amiloide.

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O estudo, parte de um programa de pesquisa abrangente direcionado ao envelhecimento e  acompanhando  doenças como doenças reversíveis, promete uma nova abordagem estratégica para a prevenção do Alzheimer, abordando não apenas os sintomas ou os biomarcadores, mas sim a patologia central e a biologia responsáveis pelo desenvolvimento da doença.

A medicina hiperbárica é uma forma de terapia que exige que os pacientes sejam mantidos em câmaras especiais nas quais a pressão atmosférica é muito maior do que a normalmente experimentada no nível do mar. Além disso, respiram ar composto de 100% oxigênio. A terapia é considerada segura e já serve para tratar uma extensa lista de condições médicas.

De acordo com God TV, nos últimos anos, evidências científicas indicaram que protocolos únicos de terapia hiperbárica é capaz de induzir a reparação de tecido cerebral danificado e renovar o crescimento de vasos sanguíneos e células nervosas no cérebro.

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A primeira etapa do estudo foi realizada em um modelo animal, do qual foi comprovado conclusivamente através do exame de tecidos cerebrais que um determinado protocolo terapêutico traz uma melhora na função vascular e a criação de novos vasos sanguíneos.

Também impede o depósito de novas placas amiloides nas células cerebrais e leva à remoção dos depósitos de placas amiloides existentes, depósitos de tais proteínas no cérebro estão ligados a condições degenerativas graves, como a doença de Alzheimer.

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“Ao tratar o problema raiz que causa deterioração cognitiva com a idade, estamos de fato mapeando o caminho para a prevenção. É provável que a medicina hiperbárica possa potencialmente proporcionar a oportunidade de viver com uma boa função cerebral sem se relacionar com a idade cronológica. A ideia é iniciar a terapia antes do surgimento de sintomas clínicos de Demência e antes da deterioração e perda de tecido cerebral extenso”, disse o professor Shai Efrati.

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