Siga-nos!

mundo

Equipe de Biden é formada por nomes ligados ao Facebook

Democratas pediam censura contra a maior rede social do mundo.

Michael Caceres

em

Joe Biden
Joe Biden durante discurso (Foto: Reprodução/YouTube)

A campanha de Biden achava que deveria derrotar não só Trump, mas o Facebook, porém o cenário mudou e pessoas próximas ao CEO da rede social, Mark Zuckerberg, já se tornaram participantes da transição do governo Biden.

O copresidente da equipe de transição de Biden, Jeff Zients, é um ex-membro do conselho do Facebook, e um outro ex-conselheiro da empresa atua como consultor da equipe do democrata. Dois outros também assumiram posições de liderança na equipe de Biden, um ex-diretor do Facebook e outro lobista de empresas.

A proximidade e a aparente relação de amizade com um importante executivo do Facebook, Nick Clegg, que é ex-ministro do Reino Unido, também pesa sob a campanha de Biden. Essa composição está gerando reações inusitadas dos democratas.

Semana passada, Patrick Stevenson, chefe de mobilização do DNC, tuitou que “as duas maiores ameaças institucionais à nossa democracia são o Partido Republicano e o Facebook”. Outro que usou os argumentos contra a plataforma foi Bill Russo, que argumentou que o Facebook está “destruindo o tecido da nossa democracia”.

Durante a sua campanha eleitoral esse ano, Biden assumiu:  “Nunca fui fã do Facebook, como você provavelmente sabe. Nunca fui um grande fã de Zuckerberg ”, disse ele ao conselho editorial do NY Times, em janeiro. “Acho que ele é um problema real”, acrescentou.

O Facebook garantiu ter tomado medidas de proteção para preservar a integridade da eleição, também alegou ter “destacado informações eleitorais confiáveis, onde quase todos no Facebook e Instagram viram que o ex-vice-presidente Biden era o provável vencedor das eleições nos Estados Unidos”.

A raiva de Biden e dos democratas contra o Facebook começaram desde 2016, quando acharam que a empresa deixava os artistas russos e os conservadores postarem falsidades freneticamente. Se irritaram também porque a ideia de que Clinton falhou porque não aproveitou as ferramentas da plataforma foi instigada pelo Facebook.

“Eles estão permitindo que essas notícias falsas se espalhem e as pessoas as estão vendo, mas não vendo informações reais”, disse Megan Clasen, que foi assessora de mídia sênior paga na campanha de Biden, sobre as eleições.

Você pode gostar
Será que o público entende quando você prega?
Adquira o curso que é focado em desenvolver e destravar a Oratória de futuros Líderes Cristãos.
SAIBA MAIS! »

Termine o ano memorizando a Bíblia!
Memorize os livros da Bíblia e suas passagens de um jeito super dinâmico. Fortaleça sua fé para comunicar a Palavra de Deus do jeito fácil!
SAIBA MAIS! »

Se capacite em administrar melhor suas finanças!
Veja como você pode ser mais próspero financeiramente à luz da Palavra de Deus.
SAIBA MAIS! »

Trending