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Internacional

5 ensinamentos “controversos” de Myles Munroe

Morte de pastor chamou atenção da mídia esta semana

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Após o trágico acidente que vitimou o pastor Myles Munroe, sua esposa, filha e mais 6 pessoas nas Bahamas, uma parcela dos evangélicos lamentaram a perda. Contudo, vários sites e blogs lembraram que os ensinamentos do Doutor Myles, como ele gostava de ser chamado, são bastante controversos. Há quem afirme que seus ensinamentos como um todo faziam mal para a igreja, pois tiravam Jesus do centro da mensagem.

Em seus livros e vídeos de pregação, há uma série de ensinamentos que contrariam o que historicamente é preconizado pela teologia cristã. Além dos mais óbvios, comuns para os pregadores que defendem a “teologia da prosperidade”, o portal Gospel Prime selecionou algumas dessas mensagens polêmicas.

1) Em “Como compreender seu potencial”, primeiro livro de Munroe lançado no Brasil, no início da década de 1990 ele defende que Deus nos criou para sermos onipotentes (página 23). Em nenhum lugar da Bíblia existe menção disso, pelo contrário o pecado fez com que o homem caído padecesse e morresse.

Na página 43 do mesmo livro, traz uma “revelação” bastante questionável. “O corpo de Lúcifer foi criado com tubos internos para que toda a vez que ele levantasse uma asa, um som saísse na forma de música (…). Assim que ele começava a abanar suas asas e os anjos começavam a cantar”. Além de não haver menção disso na Bíblia, Munroe não explica qual a origem desse ensinamento.

2) Em 2009, Munroe participou de um evento ao lado de importantes líderes de diversas religiões, incluindo o Dalai Lama. O centro do discurso do Dr. Myles era trazer o “governo” de Deus para o planeta Terra. Essa perspectiva instalaria uma “cultura celestial” no planeta, como uma “colônia de Deus”.

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3) Ano passado, ao pregar em sua igreja, Myle Munroe declarou: “A Bíblia nunca disse que Jesus morreu, sabia? O termo usado no original é ‘expirou’, soltou o ar que estava nele”. Isso contraria frontalmente o centro do cristianismo e ignora o que apóstolo João diz em João 12:32-23 “Quando [eu] for levantado da Terra, todos atrairei a mim. E dizia isto, significando de que morte havia de morrer” e Paulo em 1 Coríntios 1:18 “A mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo”.

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4) No vídeo de uma pregação feita em 2014, o doutor Myles afirma claramente que a maior dificuldade para se evangelizar as pessoas hoje em dia é que os crentes insistem em falar sobre sangue, morte e cruz. Na verdade, eles deveriam estar falando sobre o Reino de Deus, lugar onde Deus quer que estejamos. Essas são as “boas novas” que Jesus anunciou e não a sua morte. Isso contradiz o que o apóstolo Paulo, responsável por grande parte do Novo Testamento, afirma em 1 Coríntios 2:2 “Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado”.

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5) Esse ensinamento para ele não era novo. Um vídeo dele pregando na conferência “Youth Alive 2011”, afirmou que o principal objetivo de Jesus não era morrer na cruz. E que o centro da mensagem do Evangelho não estava na ressurreição. Pelo contrário, o perdão dos pecados era apenas para possibilitar a entrada dos homens no Reino de Deus tanto nesta vida e depois da morte, no céu.  Novamente uma contradição ao que Paulo ensina em 1 Coríntios (ver capítulo 15).

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