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Em entrevista a Folha, Yago Martins tenta afastar evangélicos de Bolsonaro

Youtuber acusou presidente de usar o medo do eleitorado evangélico.

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Yago Martins. (Foto: Reprodução / Youtube)

O pastor e youtuber Yago Martins, que tem criticado a proximidade dos evangélicos com o presidente Jair Bolsonaro, concedeu uma entrevista à Folha de São Paulo onde tenta afastar o segmento do atual presidente da República.

Autor de “A Religião do Bolsonarismo”, onde ataca pastores que apoiam Bolsonaro, Martins passou os últimos meses ao lado do Movimento Brasil Livre, fazendo críticas contra o governo, inclusive defendendo que “preferia um presidente que fosse menos seguro para nós como comunidade religiosa”.

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O pastor batista de 30 anos afirma viver um “ateísmo político profundo” e pensa em nem sair para votar nas eleições, enquanto defende que Bolsonaro foi tão ruim quanto o PT, e qualquer evangélico que se diga pró-vida não pode repetir o voto nele depois da condução da pandemia.

“A gestão da pandemia foi uma coisa que acabou com qualquer possibilidade de interpretar Bolsonaro como candidato viável na perspectiva cristã”, diz ele, ignorando os fatos em torno da crise global.

Yago Martins tenta responsabilizar Bolsonaro pela gestão da pandemia, quando na verdade ela ficou nas mãos de governadores e prefeitos, apenas com o governo federal cedendo recursos para os mesmos.

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Além disso, ele acusa o presidente de usar o medo dos evangélicos para conseguir apoio, enquanto ignora o fato de o atual governo ter se interessado em defender pautas sensíveis para a igreja brasileira, inclusive a liberdade de culto.

“Mas o discurso do Bolsonaro é: se não votarem em mim, o aborto é legalizado amanhã. Medos razoavelmente legítimos do crente comum chegam ao nível da neurose. E Bolsonaro conseguiu se vender como remédio para isso”, disse.

Martins acha “muito esquisito” o fato de o atual presidente ser “representativo de uma força evangélica, mesmo ele sendo católico”. Ele acredita que se Lula vencer o pleito, as alianças também devem mudar nos bastidores.

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“A aposta em Bolsonaro como representativo de uma força evangélica, mesmo ele sendo católico, o que é muito esquisito, é algo que fez com que as apostas dobrassem em 2018”, disse. “A partir do momento em que as forças mudam, é provável que as alianças se tornem um pouco mais ocultas”, continuou.

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