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Política

Diplomacia “com sangue e alma” marca aproximação do Brasil com EUA e Israel, explica Araújo

Ministro das Relações Exteriores diz que país busca se “reconectar com o Ocidente democrático”

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Ernesto Araújo. (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)
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O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, deu uma palestra no Conselho Argentino para as Relações Internacionais (Cari), nesta quarta-feira (10), em Buenos Aires.

Ao falar sobre a prioridade estabelecida pelo governo Jair Bolsonaro com países com Estados Unidos e Israel faz parte do desejo do governo e “reconectar com o Ocidente democrático”, algo que foi deixado de lado nas últimas décadas.

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“A diplomacia sem sangue e sem alma não funcionou como parte de um projeto de país… o que tivemos foi um país que perdeu batalhas, a corrida tecnológica. Mas agora temos uma política determinada pelo presidente Bolsonaro que nos leva aos principais centros tecnológicos (do mundo) como EUA e Israel . Trata-se de recuperar o tempo perdido”, assegurou.

Diante de um grupo de intelectuais, ex-embaixadores e acadêmicos argentinos, o chanceler deixou claro: “O que estamos tentando fazer (no Brasil) é desbloquear energias e ideias”. Também destacou algumas mudanças no tom adotado pelo governo brasileiro nos encontros com lideranças mundiais.

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Araújo mencionou, por exemplo, que Bolsonaro “deve ser o primeiro presidente que mencionou a palavra Deus” em Davos, na reunião do Fórum Econômico Mundial, em fevereiro deste ano.




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