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Opinião

Dia 26 não é pelo Bolsonaro. É pelo Brasil contra o “Centrão”

Querem desqualificar o movimento democrático livre porque sabem que um possível sucesso das manifestações impõe uma pressão sobre o Congresso e sobre a turma do “quanto pior, melhor”.

Maycson Rodrigues

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Rodrigo Maia. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

No último dia 15 a esquerda se mobilizou para realizar manifestações em prol da “educação” contra o “corte de verbas públicas”. Escrevi aqui um artigo sobre isso, mostrando que eles nem sabiam direito sobre o que protestavam.

Pois bem.

Está chegando o dia 26/05 e você que é cristão conservador na política e liberal na economia precisa se engajar neste movimento em favor daquilo que estabelecemos nas urnas em outubro de 2018.

Após derrotarmos pelo voto a esquerda no ano passado, o nosso desafio é muito maior neste ano. Temos pela frente uma turma muito poderosa que ainda usa a máquina pública para manter de pé seus interesses antirrepublicanos. Eles são os responsáveis pelo Pacote Anticrime do Sérgio Moro não avançar no Legislativo nem a Reforma da Previdência do Ministro Paulo Guedes.

Alguns ignorantes estão tentando transformar essas manifestações em um ato público daquilo que chamam de “bolsonaristas” ou “bolsominions”; ou seja, um grupo de fanáticos pelo presidente que não possuem mais uma capacidade de pensamento crítico e que agora se lançam nas ruas para militarem em favor do seu “deus”.

Sinceramente, eu preciso dizer que essas pessoas agem com mau caratismo – ou no mínimo por algum interesse próprio oculto.

Claro que existem alguns com posições radicais como um desejo por uma intervenção militar, mas estes são uma minoria ridícula que não deveria ser contada como a maioria. Querem desqualificar o movimento democrático livre porque sabem que um possível sucesso das manifestações impõe uma pressão sobre o Congresso e sobre a turma do “quanto pior, melhor”.

Falaremos do MBL noutro artigo, mas é importante ressaltar que eles estão confusos no processo. Depois comentamos mais.

E que fique claro que a gente não é olavista nem bolsonarista. Somos brasileiros que possuem uma cosmovisão centrada nas Escrituras e que reconhece os limites do Estado na correção dos problemas que a própria humanidade causa como fome, violência e corrupção.

O Estado não promove a redenção de nenhum indivíduo nem de nenhum povo. Somente o Evangelho pode restabelecer a ordem sobre a comunidade humana.

Não cremos num herói nacional, nem consideramos um indivíduo inimigo nacional. Sabemos que há sim pessoas que buscam cumprir as leis e pessoas que escolhem entrar em conflito com a lei.

Queremos que a MP 870 passe. Não dá para o Centrão boicotar mais o Brasil. O número de ministérios já é alto, e voltar como era no ano passado significa promover a desgovernabilidade.

Sabemos que uma manifestação com pautas diversas não é o ideal. O ideal seria uma manifestação em favor da Reforma Previdenciária ou pelo Pacote Anticrime; no entanto, temos de considerar que ainda é uma boa resposta democrática àqueles que desejam ver o Brasil declinando econômica, moral e politicamente.

Alguns de fato não sabem perder. Outros estão babando para tomar o poder a qualquer custo. Chegou a hora dos evangélicos se engajarem em favor do Brasil, pois a nossa pátria está acima de todos, inclusive do Presidente da República.

Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

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