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Ministro refuta denúncias de superfaturamento em vacina e cita versículo

Onyx Lorenzoni rebateu acusações de deputado federal.

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Luis Miranda e Onyx Lorenzoni
Luis Miranda e Onyx Lorenzoni (Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados)

O ministro Onyx Lorenzoni (DEM-RS), da Secretaria-Geral da Presidência, rebateu acusações feitas pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), sobre suposto esquema de corrupção na compra de vacinas importantas da Índia.

Curiosamente, o ministro iniciou sua fala citando Efésios 6:12 para contextualizar o comportamento da oposição, onde diz: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.

Apesar de ter sido tirado de contexto, a citação do versículo em uma coletiva de governo é algo histórico, já que não há registros de que tenha acontecido anteriormente.

“Quanto mal, tentou o deputado Luis Miranda, construir hoje contra o senhor Jair Messias Bolsonaro? Quero lembrar aqui que este governo está no 30° mês sem nenhum caso de corrupção, e assim ele continuará”, disse Onyx Lorenzoni.

Ao deputado Luis Miranda, o ministro foi enfático: “Deus está vendo”.

“A verdade vai derrubar as mentiras e as tentativas de construir uma narrativa absolutamente falsa. […] O presidente Bolsonaro é aquele mesmo presidente que cobra de todos os ministros, nas nossas reuniões ministeriais, que nós temos a oportunidade de servir ao Brasil. O mesmo presidente que bota seu joelho no chão, que tem Deus no coração. Quero alertar ao deputado Luis Miranda que o que foi feito hoje, no mínimo, é denunciação caluniosa, e isso é crime”, afirmou o ministro.

Saúde

A coletiva se deu por conta de documentos com possíveis adulterações usados por Miranda para acusar o Ministério da Saúde de comprar vacinas Covaxin, de um laboratório indiano, com preço superfaturado.

Anteriormente, o ministro da Saúde negou que tenham sido compradas uma única dose da vacina.

Depois das acusações, no entanto, vieram a público documentos do fabricante indicando que o valor de US$ 15 por dose, acertado com o governo brasileiro, era tabelado para todos os interessados.

Para demonstrar o uso dos recursos, o governo revelou que o o valor a ser pago pela contratação de 20 milhões de doses está dentro de uma margem similar ao custo das vacinas de outros laboratórios, como Janssen, Pfizer, Sinovac e Astrazeneca.

O deputado Luis Miranda promete provar que houve tentativa de superfaturamento nas tratativas para compra da vacina indiana.

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