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Opinião

Damares e o “ódio do bem”: o que aprendemos quando a esquerda ataca uma vítima de estupro

“A esquerda costuma amar a humanidade e odiar seu semelhante” – Luiz Felipe Pondé

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Damares Alves


Quando o revolucionário Leon Trosky ensinou, em “Nossa Moral e a Deles”, que os esquerdistas têm o dever de usar todos os meios para alcançar seu fim, não importa que seus meios sejam considerados imorais, ele antecipou os absurdos dos nossos dias.

Os ensinamentos de Trosky e de Lênin se cristalizaram na consciência coletiva dos militantes de esquerda ao longo das décadas. E isso, meus amigos, explica muita coisa.

Pode explicar, por exemplo, a maneira absurda como tem sido tratada a ministra Damares Alves, que foi vítima de estupro quando era criança e relata, em seu testemunho, que só não cometeu suicídio porque teve uma experiência espiritual profunda.

Diz Damares que quando estava pronta para se matar, viu Jesus em um pé-de-goiaba. E partir dali sua história mudou. E ela conseguiu superar o triste passado de abusos.

A esquerda se proclama defensora das mulheres e das minorias, mas passou a ridicularizar Damares de maneira absolutamente insensível, brutal e impiedosa.

Os mesmos jornalistas que passam horas nas redações inventando reportagens sobre “gordofobia” e “transfobia” passaram a atacar Damares, atacando também a sua fé e seus valores – que representam as convicções de grande parte do povo brasileiro.

O “pecado” de Damares foi atribuir a Jesus Cristo a decisão de não levar adiante sua tentativa de suicido. Se a futura ministra tivesse creditado o fato a Maomé ou aos Orixás, com absoluta certeza estaria sendo celebrada pela imprensa.

O deboche de boa parte da imprensa e de quase totalidade da esquerda diante do testemunho de uma menina pobre e simples que sofreu abusos sexuais bárbaros, que resultaram na destruição de seu útero e conseqüente infertilidade, é absolutamente imoral.

Em uma leitura sociológica, contudo, podemos perceber que nada mais é do que a aplicação – consciente ou não – dos ensinamentos de Trosky sobre usar todos os meios necessários para passar por cima dos adversários do “Partido” e do movimento revolucionário.

Vale tudo em nome da agenda ideológica, ensinou Trosky. E vale, inclusive, atacar impiedosamente uma mulher vítima de abuso sexual desde que isso tenha uma utilidade na luta guerra contra a família, a sociedade natural e sua base, que é o cristianismo.

Damares é apenas mais uma das incontáveis vítimas da moral cega – ou da imoralidade com justificação teórica – praticada descaradamente pela esquerda.

Escreveu Trosky:

Isto significa então que, para atingir este fim, tudo é permitido? – perguntará sarcasticamente o filisteu, demonstrando que não entendeu nada. É permitido, responderemos, tudo aquilo que leve realmente à libertação dos homens.

Se você quer compreender a esquerda, lembre sempre desta frase.



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