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Política

Damares Alves promete ser voz em defesa de cristãos perseguidos no mundo

Declaração foi dada em reunião de Direitos Humanos do Mercosul.

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Damares Alves. (Foto: Flávio Gusmão/MDH)

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, prometeu ser voz em defesa dos cristãos que sofrem perseguição no mundo. A fala aconteceu em reunião de Altas Autoridades Competentes em Direitos Humanos e Chancelarias do Mercosul e Estados Associados (RAADH), que ocorreu na Argentina.

Com a fala, a ministra coloca a perseguição dos cristãos na agenda oficial do Brasil, pois segundo afirmou, “essa é uma preocupação crescente do governo brasileiro”. Damares teria se reunido ao longo dos últimos meses com instituições que fazem a defesa da liberdade religiosa e apoiam os cristãos da igreja perseguida, segundo informou a assessoria.

“A perseguição, discriminação e violência contra os cristãos, em todo o mundo, é uma preocupação crescente do governo brasileiro. Não vamos silenciar!”, disse a ministra.

Damares também falou dos desafios que o país enfrenta e sobre o comprometimento do governo Bolsonaro em combater o racismo, intolerância religiosa e violência. Esse deve ser o tema principal a ser abordado pela ministra nas próximas reuniões internacionais.

“Como sociedade multirracial, multiétnica e multicultural, o Brasil está firmemente comprometido com a prevenção e o combate ao racismo, à intolerância religiosa e à violência”, discursou a ministra.

Pró-vida

Em um encontro no parlamento argentino, a ministra declarou que a “luta pró-vida do Brasil e [da] Argentina já é grande, estamos unidos há muito tempo, uns se inspirando nos outros”. Damares se reuniu com parlamentares do Partido Celeste Provida, na Câmara dos Deputados da Argentina, com o objetivo de firmar parcerias em defesa da vida desde a concepção.

“Este governo defende a vida desde a concepção”, disse. “O debate do aborto no Brasil está em dois seguimentos. Ele está no Legislativo, onde temos propostas sendo discutidas, e no Judiciário. O Executivo não vai fazer interferência e, como ministra, não faço a militância. A minha história é conhecida, a minha posição pró-vida é conhecida”, disse.

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