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Mundo Cristão

Cristãos sofrem com guerra entre jihadistas

Os dois grupos terroristas tentam controlar a região da África Ocidental

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A Al-Qaeda do Magrebe Islâmico (AQIM – sigla em inglês) reivindicou o ataque realizado em um hotel de Ouagadougou, a capital e maior cidade do Burkina Faso, que fica na África Ocidental que matou 30 pessoas.

Um analista de perseguição do ministério Portas Abertas afirma que entre os mortos estavam sete missionários cristãos. “Quatro deles eram canadenses da mesma família e estavam na África desde o Natal, realizando um trabalho de ajuda às escolas e orfanatos”.

O grupo jihadista tenta demonstrar seu poder e controle sobre a região e realiza esses ataques para afrontar os terroristas do Estado Islâmico que também tentam controlar a região.

“O fato do Al-Qaeda querer notoriedade sobre o ataque demonstra que o grupo quer chamar a atenção do Estado Islâmico, já que há uma competição estratégica entre eles. Porém, eles não se atacam entre si, mas matam estrangeiros e cristãos para chamar a atenção um do outro, fazendo com que a violência aumente ainda mais onde há igrejas e minorias religiosas, que são como vitrines para os componentes do movimento jihadista”, afirma o analista.

Burkina Faso não está entre os países com perseguição religiosa, mas faz fronteira com dois deles: Mali, que ocupa a 44º posição no rank de Classificação da Perseguição Religiosa 2016 e Nigéria que está na 12ª posição.