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Mundo Cristão

Cristãos perseguidos testemunham em evento de liberdade religiosa promovido pelos EUA

Mike Pompeo declarou que a defesa da liberdade religiosa é uma luta pessoal, não apenas de Estado

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Cristãos perseguidos de vários paises. (Foto: Jeremy Weber)

Cerca de 1.000 pessoas representando 100 países estão participando nesta semana da segunda reunião ministerial para promover a liberdade religiosa, um evento realizado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, representado pelo secretário Mike Pompeo.

Segundo ele, o evento demonstra o interesse de seu país em garantir que outros países tenham a mesma liberdade que é garantida na América.

“Esta é a primeira liberdade da América, e queremos trabalhar para garantir que outros países entendam como é central para os indivíduos que estão em seu país terem a oportunidade de adorar como alguém escolhe ou escolhe não adorar, e saber disso”, disse ele ao Christianity Today.

Pompeo quer ter a certeza de que os governos não irão estringir, impor, impedir ou punir as atividades religiosas.

“Acreditamos que aqui no Departamento de Estado, podemos liderar essa conversa. Podemos incentivar outros países a reconhecer esse direito humano mais fundamental. E quando o fizermos, tornaremos a vida melhor para milhões e milhões de pessoas em todo o mundo”, completou.

Para este encontro o Departamento de Estado convidou 13 cristãos sobreviventes de perseguições em países como China, Cuba, Egito, Eritréia, Malásia, Irã, Iraque, Nigéria, Coréia do Norte, Sri Lanka, Sudão, Turquia e Vietnã.

Dezessete perseguidos não-cristãos também foram convidados para este encontro, entre eles Farahnaz Ikhitari, uma hazara xiita sobrevivente dos ataques do Estado Islâmico no Afeganistão. Ela perdeu o noivo, o cunhado e um irmão durante um ataque com bomba e ela conseguiu sobreviver.

Cristãos e não-cristãos compartilharam suas histórias e mostram a importância de lutar contra a perseguição religiosa em todo o mundo.

“Queremos que toda pessoa de toda fé tenha a capacidade de praticar sua fé ou de não escolher”, declarou Pompeo que tem esta questão como uma luta pessoal.