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Cristão é forçado a se ajoelhar diante de ídolo hindu

Seguidores de Cristo continuam enfrentando ameaças, agressões e assassinatos na Índia.

Portas Abertas

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Esposa e filhos de cristão morto na Índia continuam escondidos e longe da comunidade (Portas Abertas)

Em 10 de julho, um jovem pastor foi morto por rebeldes maoístas no estado indiano ocidental de Maharashtra. O pastor Munsi Deo Tando foi baleado em uma floresta depois que um grupo de suspeitos maoístas o levou de sua casa na vila de Bhatpar.

Ele deixa esposa e quatro filhos pequenos. A família enfrentou resistência dos moradores, incluindo ameaças de boicote social, se eles não abandonassem sua fé cristã.

“O que aconteceu a seguir é o que costuma acontecer quando os moradores não conseguem convencer os cristãos a denunciar sua fé”, disse um parceiro da Portas Abertas.

Nas fortalezas maoístas, os moradores reclamam aos rebeldes, também conhecidos como naxalitas, sobre os cristãos e os rebeldes então intervêm para restaurar a paz na vila. O pastor Tando havia sido ameaçado repetidamente para interromper suas atividades cristãs.

No final, os naxalitas o mataram porque disseram que ele era um informante da polícia que os havia entregue às autoridades.

Forçado a se ajoelhar diante de um ídolo

Uma semana antes, duas famílias cristãs foram forçadas a fugir de suas casas depois que uma multidão de cerca de 35 moradores atacou violentamente uma casa de oração na vila de Dassmora, no estado de Uttar Pradesh, norte da Índia.

Eles insultaram os cristãos ali reunidos e ameaçaram o pastor de 21 anos, Vikas Gupta e sua família, assim como outros que estavam com eles na casa, saquearam o prédio e destruíram uma moto.

Eles também disseram aos cristãos que deixassem a vila, ameaçando-os de estupro de mulheres e meninas e assassinato, caso não cumprissem. Eles levaram Gupta a um templo hindu e o forçaram a se ajoelhar diante de um ídolo.

A polícia prendeu inicialmente cinco pessoas em conexão com os assaltos, mas as prisões provocaram outro ataque à casa de oração em retaliação. Os aldeões ainda pressionaram a polícia a libertar os homens que haviam detido.

As duas famílias cristãs, que inicialmente procuraram refúgio na delegacia, se esconderam na floresta.

Altar hindu

Duas semanas antes, em 20 de junho, extremistas hindus entraram em um centro educacional cristão no estado vizinho de Haryana, no setor de Dayal Nagar, e construíram um altar hindu no local.

Dois pastores que foram investigar encontraram 15 pessoas, cantando e rezando diante do altar. Percebendo a presença dos pastores, o grupo os atacou com xingamentos e os espancou ali mesmo, diante do altar hindu, de acordo com um parceiro do Portas Abertas.

A escola, de propriedade da Igreja da Assembleia da Graça de Deus, oferece educação a mais de 200 crianças da escola primária, mas foi fechada durante a pandemia do coronavírus. Os extremistas hindus acusaram o centro de atividades criminosas envolvendo crianças e de distribuição de materiais que promoviam o ódio e a violência. A polícia, no entanto, não achou as acusações verdadeiras e removeu os invasores e o altar das instalações.

Para saber mais sobre a perseguição na Índia e nos 50 países em que os cristãos são mais perseguidos do mundo, acesse www.portasabertas.org.br.

Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus

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