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Crianças cantam palavras de ódio a judeus em centro muçulmano nos EUA: “Cortaremos a cabeça deles”

Em um dos trechos do vídeos as crianças dizem: “libertaremos a mesquita de Al-Aqsa”

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Crianças cantam palavras de ódio a judeus
Crianças cantam palavras de ódio a judeus. (Foto: Reprodução / Youtube - MENRI)
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Um vídeo gravado na Sociedade Muçulmana Americana (MAS, na sigla em inglês) na Filadélfia está gerando polêmica nos Estados Unidos pelas palavras de ódio cantadas por crianças muçulmanas contra judeus.

Enquanto celebravam o “Dia do Umma”, data em que os muçulmanos comemoram suas tradições culturais, crianças e adolescentes vestidos seguindo a religião islâmica diziam palavras como: “Vamos defender a terra da orientação divina com nossos corpos e vamos sacrificar nossas almas sem hesitação”.

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Outra frase dita foi: “Cortaremos a cabeça deles e libertaremos a Mesquita de Al-Aqsa, que é dolorosa e exaltada. Iremos liderar o exército de Alá cumprindo Sua promessa, e vamos submetê-los à tortura eterna”.

A mesquita em questão fica no Monte do Templo, em Jerusalém, área disputada por judeus e palestinos e que é objeto da disputa territorial entre os povos.

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A tradução das falas vistas no vídeo foi feita pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (Memri), organização de monitoramento do Oriente Médio, e não foi questionada pela instituição onde as crianças estavam.

Com a polêmica, a MAS explicou que as imagens foram gravadas em 17 de abril deste durante um evento de uma entidade escolar que não faz parte da sociedade, mas que aluga o espaço. Mesmo o vídeo tendo sido divulgado em sua página oficial no Facebook.

A explicação da entidade diz que a pessoa responsável pela apresentação foi demitida e lamentou o ocorrido dizendo que o vídeo é “perturbador”.

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Ao comentar o caso a Liga Antidifamação, ONG judaica, classificou o vídeo como “extremamente perturbador” e salientou que as crianças não devem ser doutrinadas para odiar. “Esses jovens nunca deveriam ter sido convidados a fazer discursos, dançar e fazer sincronia com músicas que glorificam a violência contra os judeus e o Estado de Israel”, disse a entidade.




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