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Sociedade

Contra jóia pró-aborto de Selena Gomez, marca lança pingente pró-vida

Pingente tem a data do último ano em que o aborto não estava legalizado nos EUA

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Colar pró-aborto de Selena Gomez. (Foto: Reprodução)

A ativista Abby Johnson tem divulgado uma linha de colares pró-vida que seriam uma resposta para uma ação da cantora Selena Gomez que, há alguns meses, foi à TV usando jóias comemorando os direitos do aborto.

Em junho deste ano a cantora usou um colar da marca Sophie Ratner com o ano de 1973 no pingente, a data é referente ao ano em que a Suprema Corte dos Estados Unidos em Roe v. Wade legalizou o aborto. Desde então, milhões de bebês foram abortados em todo o país.

Na coleção de Johnson, a data que virou pingente foi a de 1972, o “último ano” em que a “cultura da vida” foi desfrutada pelos nascituros nos Estados Unidos.

A coleção é comercializada pela marca COL1972, abreviação para Culture of Life 1972. As joias são novas, mas a empresa existe desde o ano passado, sendo um empreendimento criado por Carla D’Addesi, uma mãe e autora infantil que mora na Pensilvânia.

Colar pró-vida. (Foto: Reprodução)

“No final de maio, quando Selena foi flagrada com o colar de 1973 em comemoração a Roe v. Wade , eu provavelmente tinha 100 [pessoas em] nossa tribo da vida me alcançando nas próximas semanas, perguntando: ‘Você pode contrariar este colar?”, disse D’Addesi ao The Christian Post.

Foi assim que surgiu a ideia de criar uma coleção que fizesse contraponto com a campanha da joalheria usada por Selena Gomez.

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