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Conservadores são “zumbis” em nova temporada de humorístico Tá no Ar, da Globo

Em ano eleitoral, programa quer discutir “intolerância” política e religiosa

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Como 2018 é um ano eleitoral, era esperado que a grande mídia tentasse conter a “onda conservadora” que tomou conta do país nos últimos tempo, em especial nas questões políticas.

Seguindo sua tradição, a Rede Globo começa a combater todo esforço contrário a sua agenda ao longo de sua programação. Não bastasse dar um enfoque negativo sobre os políticos conservadores em seus programas jornalísticos, a maior empresa de mídia do país fará o mesmo no humorístico “Tá no Ar”.

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A nova temporada estreia nesta terça (23) e um dos quadros anunciados é “Walking Back” [Andas Para Trás, em tradução livre], uma paródia da série “The Walking Dead”. Os roteiristas Marcius Melhem, Marcelo Adnet e Maurício Farias, dizem que o objetivo é “chamar a atenção do público para temáticas atuais por meio do riso”.

Contudo, pelas primeiras imagens fica claro que se trata de propaganda ideológica disfarçada. No vídeo promocional é possível ver zumbis segurando placas com dizeres contra a liberação do aborto, “Off Comunism” e “Fora Feminazi”. Esses são tópicos comuns para os conservadores, sobretudo nas redes sociais. Sendo assim, a associação de temas conservadores com um suposto retrocesso não é coincidência, uma vez que Adnet é conhecido por sua postura de esquerda.

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Quando esse grupo de “mortos-vivos” caminha em direção aos “heróis”, liderados pelo personagem de Melhem, ele diz: “se eles avançarem, nós vamos ter que andar pra trás”. Um grupo desses zumbis é identificado como membros da “bancada religiosa”. No final, uma colagem de manchetes de jornais e imagens de filmes antigos, associam os conservadores com a Ku Klux Klan, com ‘emissários dos EUA’ e defendendo a mostra do QueerMuseu. No final do esquete ouve-se a frase “Ressuscitando ideias que estavam enterradas”.

Intolerância só com evangélicos

Durante a coletiva à imprensa para falar do lançamento da quinta temporada, Melhem afirmou: “A gente está sempre muito atento à questão da intolerância, religiosa, sexual, ou de qualquer ordem. A gente tenta traduzir isso pela luz do humor, chamar a atenção das pessoas”.

Adnet complementou: “A gente aborda temas, mas não estamos batendo em alguém ou comprando briga. A gente acredita nos pontos de vista que apresenta. Num ano de eleições, que a gente já sabe que vão ser complicadas, o Brasil está até um pouco violento em relação a isso”.

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Em seguida, Melhem destacou: “A polarização está em alta, mas um dos pilares do ‘Tá no Ar’, e o que a gente está sempre em cima, é a questão de intolerância. Seja ela religiosa, comportamental, sexual ou racial. A gente costuma jogar o holofote do humor para chamar atenção do tipo ‘se liga, olha que loucura isso”.

Quem acompanha o programa sabe que esse discurso é vazio, uma vez que eles repetidas vezes atacaram os valores cristãos, tendo como alvo preferencial os evangélicos. Em edições passadas, mostraram um desenho animado chamado “Galinha Convertidinha“, que zombava das pessoas que tiveram mudança de vida após se converterem. Na época, um deputado chegou a abrir uma representação no Ministério Público contra o humorístico, alegando que ele promovia “intolerância religiosa”.

Adnet e Mellhem também já colocaram um travesti lendo história bíblica para crianças e repetidas vezes fizeram esquetes ridicularizando os pastores e os fiéis de igrejas evangélicas. Com informações de UOL

O vídeo pode ser assistido na íntegra AQUI




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