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Conselho mundial de boxe proíbe homens biológicos em lutas femininas

Comunicado declara que as lutas de boxe devem ocorrer apenas entre dois competidores iguais.

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Lutador de Boxe. (Foto: Wade Austin Ellis/Unsplash)

À medida que o debate sobre homens competindo no esporte feminino continua, o Conselho Mundial de Boxe anunciou uma nova política que exige que os participantes do esporte concorram contra membros de seu sexo biológico.

De acordo com The Christian Post, o Conselho Mundial de Boxe, emitiu uma “Declaração/Diretrizes sobre a participação de atletas transgêneros em esportes profissionais de combate”. O comunicado declara que as lutas de boxe só devem ocorrer “entre dois competidores iguais”.

“O WBC defende dois atletas igualmente qualificados e combinados competindo no cage ou ring, em um campo de jogo nivelado e para manter as partidas justas, competitivas, divertidas e, mais importante, seguras para todos os combatentes”, constava o comunicado.

Além disso, o comunicado afirmou que no atual nível de conhecimento científico, o consenso da WBC é que permitir que atletas transgêneros concorram levanta sérias preocupações de saúde e segurança.

“Não há consenso se uma luta entre uma mulher transgênero contra uma mulher biológica é uma luta justa entre dois concorrentes iguais”, continuou.

No entanto, a organização expressou preocupação de que, como um homem trans identificado competindo no boxe profissional já passou pela puberdade, ele tem a musculatura e a estrutura óssea de um homem.

Sendo assim, a organização concluiu que um competidor trans identificado pode ter uma vantagem injusta sobre sua concorrente biologicamente feminina.

Da mesma forma, a declaração incluiu que boxeadores biologicamente femininos que se identificam como homens seriam desfavorecidos contra lutadores biologicamente masculinos em um confronto.

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