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Sociedade

Confeiteiro volta a ser processado por se negar a fazer bolo para transexual

Uma trans que o processou resolveu encomendar um bolo novamente

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Jack Phillips. (Foto: Reuters)
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A advogada transexual Autumn Scardina processou novamente o confeiteiro Jack Phillips, da Masterpiece Cakeshop, em Denver (EUA), dessa vez porque o profissional se negou a fazer um bolo de aniversário para ele.

Scardina processou Phillips pela primeira vez quando solicitou ao confeiteiro que fizesse um bolo para comemorar sua mudança de sexo, de homem para mulher. O bolo teria que ser azul por fora e rosa por dentro. Phillips, que é cristão e já estava sendo processado por se recusar a fazer um bolo para casamento entre dois homens, se negou a fazer o bolo.

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O novo processo movido pela advogada é referente a um “bolo de aniversário”, onde ela comemoraria a data que ela passou pela transição. O bolo encomendado era azul por fora e rosa por dentro. Phillips se negou a receber a encomenda.

Agora Scardina usa o Ato Anti-Discriminação e a Lei de Defesa do Consumidor do estado do Colorado para exigir retratação e indenização do confeiteiro. Representada pelos advogados Paula Greisen e John McHugh, Scardina tentará levar o caso até a última instância.

Para o advogado de Jack Phillips, este novo processo é “um mero assédio”. Jim Campbell é advogado sênior da Alliance Defending Freedom, empresa que representa o confeiteiro judicialmente nesses processos de perseguição religiosa.

“Um novo processo foi aberto contra a Masterpiece Cakeshop, que parece reconsiderar antigas reivindicações (…) Este último ataque de Scardina parece mais uma tentativa desesperada de atormentar Jack Phillips. E tropeça no único detalhe que mais importa: Jack serve a todos; ele simplesmente não pode expressar todas as mensagens através de seus bolos personalizados”, declarou o advogado a um jornal local.

Confeiteiro já foi inocentado na Suprema Corte

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Em junho do ano passado a Suprema Corte dos Estados Unidos garantiu o direito religioso de Jack Phillips de se recusar a criar bolos que seja contrários às suas convicções pessoais.

A decisão é referente a uma recusa de 2012, quando o confeiteiro se negou a fazer um bolo de casamento para dois homens. Este foi o primeiro processo movido contra Phillips.


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