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cosmovisão

Como explicar que aborto é pecado?

Devemos amar, celebrar e defender a vida desde a concepção.

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Aborto
Embrião abortado (Foto: Direitos Reservados/Deposiphotos)

Quero deixar aqui registrado o que a Bíblia ensina e orienta sobre o assunto aborto. Esse tema tem sido muito debatido nesses últimos tempos em nosso mundo, onde praticamente existe uma guerra de narrativas de grupos contra e a favor do aborto.

Obviamente que todos sabem, mas fingem não saber, que o aborto é um dos maiores pecados que um ser humano pode cometer, e tal ação trará graves consequências tanto para a mulher que abortou, como para o homem que ali se envolveu, seja com boa ou má índole.

Para entendermos melhor sobre esse assunto é necessário seguirmos alguns pontos:

Amor a Deus e liberdade de escolha

O amor de Deus pelo ser humano é tão grande que ele deixa esse ser humano viver a vida que ele achar melhor. Se Deus fosse um ditador e controlador, este obrigaria todos a seguir seus mandamentos e sua vontade, mas quem ama não obriga, deixando o outro decidir por si mesmo o que fazer.

Conforme podemos ler em Gênesis 2:16-17, o Senhor deu ao homem a seguinte ordem: “Você pode comer as frutas de qualquer árvore do jardim, menos da árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Não coma a fruta dessa árvore; pois, no dia em que você a comer, certamente morrerá”.

A Justiça de Deus

Deus ama o ser humano tanto, que deixa ele plantar com suas atitudes o que quiser, mas Deus é tão justo que Ele vai também permitir você colher o que plantou.

Neste sentido, encontramos resposta para a famosa pergunta: “Se Deus existe, por que então ele permitiu isso ou aquilo acontecer?” Deus permitiu acontecer aquilo que o homem quis plantar e agora colheu.

Inclusive, quando um homem colhe seus pecados cometidos, até mesmo seus filhos e pessoas próximas podem colher juntos de maneira “injusta”, mas assim se cumpre a lei da semeadura.

Portanto, quem rouba, adultera, estupra, assassina, se prostitui, aborta, etc, sofrerá sim, com as consequências de seus atos em sua alma, em seu corpo e em seu espírito. Além disso, também outras pessoas poderão colher junto essas consequências, como sua própria família e amigos próximos.

Podemos ler o que diz Gálatas 6:7-8 sobre quem escolher zombar de Deus: “O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá. Se plantar no terreno da sua natureza humana, desse terreno colherá a morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito de Deus, desse terreno colherá a vida eterna”.

Assassinato, suicídio e aborto

O pecado do assassinato é um dos piores e mais horríveis pecados que alguém pode cometer, pois tal ato tira a vida de outra pessoa.

Somente Deus pode tirar a vida de alguém, pois foi Ele quem deu essa vida para a pessoa.

Mesma coisa acontece com o suicídio! Quem tira a própria vida através do suicídio não possui mais chance alguma de perdão e arrependimento, pois usou de seu livre arbítrio para tirar o bem mais precioso dado por Deus: a própria vida.

A vida humana já começa desde a concepção, no ventre da mãe, quando ali um bebê já está com seus batimentos cardíacos e com o passar dos meses vai crescendo e podendo chutar a barriga da mãe, depois do restante dos meses a criança nasce, dando alegria a todos.

Portanto, se assassinar uma pessoa adulta que pode se defender já é terrível, pior ainda é matar um bebê indefeso dentro da barriga da mãe.

Isso é o pior tipo de assassinato que pode haver e a consequência na vida espiritual, emocional e física da mulher continuará sobre ela pro resto de sua vida.

Gravidez indesejada

Outro tema importante em relação ao aborto é a gravidez indesejada.

É quando a mulher engravida por ter ido em uma festa e de maneira irresponsável acaba mantendo relações e engravidando de um desconhecido; ou quando um casal de namorados percebe que não era a hora da gravidez chegar; quando um casal percebe também que não possuem recursos para cuidar da criança ou na pior e muito citada hipótese, quando uma mulher infelizmente é vítima de uma atrocidade do estupro e acaba ficando grávida!

A vida deve ser celebrada e mantida, por mais dolorosa que seja a situação!

Tenham certeza que a dor de abortar (assassinar um bebê) será maior do que a dor da vergonha do estupro e do
medo de não conseguir sustentar a criança. Vida é vida e assassinato é quando uma vida é tirada, independente da idade, portanto aborto é sim um assassinato.

Possibilidade de morte da mulher caso a criança nasça

Esse caso se aplica a lei do mal menor. Que é quando existe a possibilidade de a criança vir a nascer, mas a mulher morrer no parto ou se a mulher só poderá ficar viva se o bebê for abortado, uma decisão de cunho familiar. Existem vários casos desse tipo.

É a mãe e a própria família que decidirão o que fazer e como será feito. Creio que aqui está a maior polêmica quanto ao assunto.

Não são muitos casos onde surge uma situação como essa de escolher entre a mãe e o bebê! A maioria dos protestos são de mulheres que usam esse argumento para poderem se livrar do peso de serem mães e continuarem com suas vidas de solteiras e independentes. Ou seja, existem coisas que podem explicar, mas não justificar.

De qualquer maneira, escolher entre a mãe e a criança é muito complicado e uma questão de pressão da força das circunstâncias, mas usar desse exemplo para justificar outros exemplos infantis não é válido nem aceito e Deus que conhece o coração de todos julgará a cada um conforme sua atitude.

Dor do estupro ou do assassinato

A mulher estuprada foi de fato envergonhada, destruída em sua identidade e manchada em sua história.

Tanto a Igreja, como a sociedade e família precisam saber que tal mulher foi marcada em sua alma da pior maneira possível, porém, o bebê que está em seu ventre, que nada fez para estar ali e que não tem culpa nenhuma do ocorrido, está ali, pronto pra vir ao mundo depois de 9 meses e se tal mulher decidir por abortar, para com isso não precisar olhar para o fruto do seu estupro, acabará cometendo um pecado ainda pior que é o assassinato e com isso será punida emocionalmente por sua consciência e o peso do aborto será bem pior que o peso de ter gerado o filho do seu estupro.

Abortar é assassinato de uma pessoa indefesa, independente do motivo da gravidez.

Só Deus tem o direito de tirar a vida de alguém, por isso tanto o assassinato, como o suicídio, são um dos maiores atos de rebeldia contra Deus.

O caso dessa mulher foi terrível, injusto e cortante, pois ficou grávida de um monstru. Tal homem deveria ser preso e receber a devida punição. Para a vítima que ficou grávida, ela com certeza fez a melhor e mais bíblica escolha, que foi optar pela vida, pelo perdão e superação.

O estupro certamente causa uma ferida difícil de cicatrizar, mas o aborto (assassinato) causa uma ferida ainda mais profunda na mulher que carregará para sempre em seu corpo e sua alma não só a marca de um abuso, mas támbem a marca de um assassinato

Muitas mulheres até mesmo optam por mandar pra adoção o filho de sua dor, por não conseguirem superar o trauma, de qualquer forma, agindo assim, estão optando pela vida.

Que venhamos todos a sempre amar, celebrar e defender a vida desde a concepção!

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Pastor da Igreja Aviva Panambi, Bacharel em Teologia, Pós Graduado em Liderança Exemplar, especialista em Aconselhamento Pastoral e Libertação e Cura, Escritor com dois livros lançados, Músico e Compositor. É casado com Cíntia Stürmer e pai do Benjamin e Natanael.

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