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Opinião

Comece o novo ano pelo fim!

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O fechamento de mais um ciclo (termino de mais um ano), comprova novamente a realidade que ecoa a manhã – aquela que declara não existir magia, jeitinho brasileiro, ou obra do acaso para quem deseja viver e não apenas existir.

Uma vez que, o individuo que optar em apenas existir, desfrutará a cada momento apenas do significado das repetições de velhos hábitos e atitudes destrutivas, enquanto que, aquele que escolher pelo percurso da vida, buscará experimentar (normalmente pelo caminho estreito, pouco percorrido, que quase ninguém ousa trilhar) o significado e a experiência do novo em cada novo amanhecer.

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    Porém, seria possível não cair nos mesmos erros, romper com os ciclos viciosos, cumprir as novas metas, extirpar o velho e experimentar o novo? Assim como toda reação é fruto de uma ação, ou uma colheita é fruto de uma semeadura, nossas atitudes, preferências, ou decisões comumente estão atreladas a um tronco existencial que quase nunca nos importamos ou tratamos. A tendência coletiva é lamuriar pelas consequências e quase nunca investir tempo e trabalho no tratamento das causas. As escrituras sagradas declaram que, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17.9). Deste modo, antes de qualquer coisa precisamos atingir os significados, intenções e motivações que habitam a nossa existência.

    Segundo a sabedoria de Salomão a melhor maneira de vencer a nós mesmos (o pecado que nos habita) é conhecendo o significado do Fim (ou finalidade) de todas as coisas. Segundo Salomão o que existe entre o começo e o fim é apenas a vaidade humana. Ele diz que entre o começo e o fim da existência humana “tudo é vaidade”. De modo que, a melhor maneira de se começar, é conhecendo o fim –“De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”. (Eclesiastes 12.13)

    Uma vez que, a morte é a consequência do pecado, e o pecado é a consequência da desobediência a Deus, compreende-se que, na mesma via em que o pecado alimenta a vaidade humana, a mesma retribui o pecado numa parceria de morte, manifestando-se inicialmente como autossuficiência, autoglorificação, ou autodependência (que se concretiza em prostituição, impureza, lascívia, adultério, homicídio, etc), contrariando assim o significado real existência, que Salomão somente encontrou ou valorizou no fim de seus dias “…o fim é: teme a Deus e guarda seus mandamentos”

    Desde modo, sempre ficará mais fácil desviar-se das vaidades que nos assediam no meio de nossa trajetória existencial (entre o começo e o fim), quando desde o começo se conhece o que a maioria descobre apenas no fim.

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    Então fica a dica – procure sempre começar compreendendo o Fim!… “e fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”.

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